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antes de começar devo confessar que detesto o Pedro Bial desde que ele escreveu aquele livro puxa-saco sobre o Roberto Marinho.
agora, sobre o artigo, que nada tem a ver com o Bial a não ser a menção dele ser co-autor do Documentário:
"filho de pai judeu e mãe católica austríacos, que chegaram ao Brasil fugindo do regime nazista de Adolf Hitler"
"A avó postiça, uma francesa católica, não o tratava"
minha crítica é sobre qual a importância da religião dos pais e da avó numa reportagem sobre Jorge Mautner? se não tem importância por que o(a) jornalista faz menção a isso na reportagem? é assim que se ensina nas faculdades de Jornalismo?
ainda bem que o Mautner salva o artigo dizendo:
"iG: Qual é a mensagem que o senhor acha que o público vai captar ao assistir ao filme?
Jorge Mautner: A mensagem é a do Brasil universal, da amálgama de José Bonifácio. E que o nazismo não se repita. O filme veio muito a propósito porque o rapaz que matou as crianças na Noruega tem o Brasil como aquilo que deve ser destruído. Ele tem horror ao nosso país, que chama de multiculturalismo. Na verdade, o Brasil é a amálgama que é a esperança da sobrevivência da humanidade."
livre da interferência do(a) jornalista.
sexta-feira, março 30, 2012
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3 comentários:
Heinnnnnn??????????
entendi que ele quis dizer que aqui todo mundo é aceito, independente de raça, credo, tipo fisico, e todos se misturam.
Tenho um amigo filho da pai polones e mãe russa - ele dizia que, só no Brasil um polones casar-se-ia com uma russa.
A esposa de outro amigo teve o passaporte roubado em New York. Foi dar parte na polícia e o atendente disse: "passaporte brasileiro nunca é encontrado porque é o mais cobiçado por o brasileiro poder ter qualquer rosto".
Mas dise muito mal explicado. Non hò capito niente.
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