quinta-feira, abril 29, 2010

fazendo a diferença....um exemplo de vida

À medida que envelhecemos, por vezes, começamos a duvidar da nossa capacidade de "fazer a diferença". É nestes momentos que as nossas esperanças são impulsionados por realizações notáveis de pessoas mais idosas, que tiveram a coragem de assumir os desafios que fazem muitos de nós murcharem.

Harold Schlumberg é uma dessas pessoas.


 "Muitas pessoas me perguntam: ‘O que os velhos fazem quando se aposentam?’ Bem, eu tenho sorte de ter uma formação em engenharia química, e uma das coisas que eu mais gosto é transformar cerveja, vinho e outras bebidas alcoólicas em urina "



(enviado por minha amiga Glo)

só queria saber quem Jesse Valadão comeu em Os Cafagestes

ao vivo aqui


Depois de apresentar foto da atriz Norma Bengell como se fosse Dilma Rousseff, o sítio oficial da presidenciável do PT levou à web uma “nota de esclarecimento”.

A autoria da explicação é atribuída à Pepper Interativa, empresa contratatada pelo PT para assessorar a candidata em suas incursões na internet.

O blog de Dilma “lamenta profundamente a interpretação equivocada da foto que traz a atriz Norma Bengell participando de uma passeata contra a ditadura”.

Anota que “jamais houve a intenção de confundir” a imagem da atriz “com a de Dilma, o que seria estapafúrdio, ainda mais se tratando de uma figura pública”.

Buscou-se apenas, diz a nota, “ressaltar um momento da vida do país do qual Dilma participou ativamente”.

O texto encerra com um simulacro de pedido de desculpas:

Lamentamos eventuais mal-entendidos que possam ter ocorrido e tomaremos providências para evitá-los”.

Conforme já noticiado aqui, a foto da atriz aparece no centro de outras duas imagens: uma mostra Dilma em criança. Outra exibe a candidata com face atual.

Ao lado das três fotos, a expressão “Minha Vida” e um link que conduz à biografia de Dilma. Ou seja, a intenção é clara como água de bica.

Se a “Dilma” do centro é Bengell, que dizer das outras duas? Quem será a menininha que aparece à esquerda? Qual é a verdadeira identidade da senhora da direita?

Em meio a tantas dúvidas, o eleitor potencial de Dilma Rousseff ainda acaba votando em Norma Bengell.


terça-feira, abril 27, 2010

meio Twitter

caiu, no meio da rua, ha meia hora, em Resende, um avião do Corpo de Bombeiros com 2 vítimas fatais. Esse passou perto da minha janela.

segunda-feira, abril 26, 2010

teoria das janelas quebradas

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo    
  realizou uma experiência de psicologia social.   Deixou duas viaturas    
  abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca,    
  modelo e até cor.   Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e      
  conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e        
  tranquila da Califórnia.                                                
  Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito  
  diferentes e uma equipa de especialistas em psicologia social estudando  
  as condutas das pessoas em cada sítio.                                  
                                                                    
  Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em  
  poucas horas.   Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc.    
  Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar,    
  destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se
  intacta.
                                                               
                                                                           
 
É comum atribuir à pobreza as causas de delito.                          
  Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras,  
  (da direita e esquerda).   Contudo, a experiência em questão não        
  terminou aí, quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a
  de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram  
  um vidro do automóvel de Palo Alto.                                      
                                                                   
  O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o  
  roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado    
  que o do bairro pobre.                                                  
  Porquê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente
  seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?                  
                                                                   
  Não se trata de pobreza.   Evidentemente é algo que tem que ver com a    
  psicologia humana e com as relações sociais.                            
                                                                   
  Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de          
  deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os      
  códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras,  
  como que vale tudo.  Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e    
  multiplica essa ideia, até que a escalada de actos cada vez piores, se  
  torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.            
                                                                    
  Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling),          
  desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto  
  de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o  
  descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores.              
                                                                    
  Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara,    
  muito rapidamente estarão partidos todos os demais.   Se uma comunidade  
  exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então
  ali se gerará o delito.                                                  
                                                                    
  Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar-se em lugar proibido,        
  exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as  
  mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo      
  delitos cada vez mais graves.  Se se permitem atitudes violentas como    
  algo normal no desenvolvimento das crianças,  o padrão de                
  desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem      
  adultas.                                                                
                                                                  
 
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são                
  progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair
  das suas casas por temor aos gangs), estes mesmos espaços abandonados    
  pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.          
                                                                    
  A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados  
  da década de 80 no metro de Nova York, o qual se havia convertido no    
  ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas      
  transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujidade das estacões,    
  ebriedade entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos    
  roubos e desordens.   Os  resultados foram evidentes.   Começando pelo  
  pequeno conseguiu-se fazer do metro um lugar seguro.                    
                                                                    
  Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, mayor de Nova York, baseado  
  na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metro, impulsionou    
  uma política de 'Tolerância Zero'.                                      
                                                                    
  A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não      
  permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana.        
                                                                    
  O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais
  da cidade de Nova York.                                                                                                               
  A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e
  repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e      
  promoção de condições sociais de segurança.    Não se trata de linchar o
  delinquente, nem da prepotência da polícia, de facto, a respeito dos    
  abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.      
                                                                   
  Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas      
  tolerância zero em relação ao próprio delito.                            
  Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e    
  dos códigos básicos da convivência social humana.


(enviado por minha amiga Glo)

quinta-feira, abril 22, 2010

é ou não é?

O governo Petista é igual à camisinha: 
 

-A camisinha impede produção, destrói a próxima geração, protege um bando de porras e ainda transmite um sentimento de segurança... Enquanto, na verdade, alguém está sendo fodido!!!

(enviado por minha amiga Glo)

agora aprendi




(enviado por minha amiga Anja)

segunda-feira, abril 19, 2010

repasso como recebi

Zummm...Uma mosca zumbideira zumbizou em meu ouvido um zunzunzum que... de novo campeia nos corredores do Planalto: dizem que o presidente Lula anda desacorçoado com o desempenho de sua pupila na campanha.

A continuar assim periga dela naufragar já no primeiro turno! Daí que...poderia estar sendo articulado um plano B,  uma manobra salvadora para os petistas: Lula renunciaria a seu cargo para se lançar candidato a vice de Dilma, e assim poder acompanhá-la em tudo que é palanque . Creem os "grandes pensadores" do PT que com esta alavancada  Dilma obterá os votos suficientes para eleger-se presidenta .

Mas a estória não termina aí!  Depois de eleita, Dilma cumpriria um breve estágio, e em seguida renunciaria por motivo de saúde...afinal já houve um "histórico" de enfermidade, não é? E assim, Lula assumiria legalmente a presidência  e poderia ficar mais 8...OITO ANOS!

A mosca zumbideira  arremata o zunzunzum com este raciocínio mais do que lógico: zummm....veja bem você...todas as peças se encaixam quando  lembramos que Alencar desistiu de concorrer ao Senado e Meirelles aceitou permanecer no Banco Central, ambos abrindo mão de projetos pessoais e à troco de que? De nada?

Agora confira:  os artigos constitucionais que tratam da eleição não impedem que o presidente se candidate a vice, desde que se afaste do cargo seis meses antes do pleito. Pelo menos é isso que se entende da Constituição nos parágrafos 5 e 6 do *Artigo 14* <http://www6.senado.gov.br/con1988/CON1988_20.12.2007/art_14_.htm>, que trata dos direitos políticos.

Portanto, se for para acontecer esta trampa...está para estourar, pois de maio a outubro são exatamente 6 meses...
Seria a concretização do sonho petista do terceiro e até do quarto mandato, claro, sempre respeitando a Constituição....à moda democrática do PT. zummmmmmmmmmm....

Mara Montezuma Assaf

domingo, abril 18, 2010

10 coisas que foram eliminadas ou arruinadas, pela Internet (e 5 que escaparam)

fonte
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Sex, 16 Abr - 01h00

Para alguns, a internet é "matadora" - literalmente. Dos jornais e páginas amarelas à privacidade e contato pessoal, a rede já foi acusada de assassinar, eviscerar, arruinar e obliterar mais coisas do que o Incrível Hulk. Algumas acusações são mais verdadeiras que outras, mas a rede com certeza já fez um bom número de vítimas.

A seguir, dez coisas que foram praticamente extintas por ela, e cinco que ainda sobrevivem

1. Confiança nas enciclopédias

Quando eu era um garoto, se algo estava na Enciclopédia Britânica era verdade. Agora - graças à Wikipedia - ter "conhecimento enciclopédico" sobre determinado tópico não é tão impressionante quando você leva em conta que há boa chance de que o que você pensa que sabe foi inventado por um moleque de 12 anos. Depois que um estudo elaborado em 2005 pela revista britânica Nature mostrou que a Wikipedia e a Britânica são igualmente imprecisas, a fé nas enciclopédias despencou. A Britânica atacou o estudo, dizendo que sua metodologia tinha "falhas mortais", mas era tarde demais.

Também morreu: a confiança em estudos sobre as enciclopédias.

2. Discussões na mesa de bar

Antigamente era possível matar muitas horas, e ainda mais neurônios, tomando cerveja e discutindo sobre trivia obscura. Quem foi o melhor jogador, Maradona ou Pelé? Em uma disputa mano-a-mano, quem ganharia: Robinho ou Garrincha? Agora, sempre que um fato é questionado, alguém puxa um smartphone e faz uma busca no Google, ou uma consulta ao Wolfram Alpha, e solta uma análise estatística completa sobre o tema. Qual a graça disso?

3. Aquela paixão do passado

Não importa qual o estado do seu relacionamento atual, sempre era possível escapar por alguns minutos sonhando com as paixões que se foram. Em sua mente, elas continuam tão irresistíveis quanto décadas atrás, quando eram o capitão do time de futebol ou a líder das jogadoras de vôlei. Mas agora todo mundo está no Facebook. E adivinha só? Se as fotos forem atuais, estas pessoas estão tão velhas, e gordas, quanto você.

A boa notícia? Talvez você não se importe. Há uma razão para o Facebook ser apontado como um dos motivos para 20% dos divórcios nos EUA no ano passado. E tenha cuidado com quem você reencontra: pesquisadores britânicos notaram um aumento significativo no número de doenças sexualmente transmissíveis entre a população inglesa graças em parte ao, dizem eles, aumento no número de encontros arranjados através de redes sociais.

4. Discussões civilizadas

A prática de "discordar respeitosamente" está praticamente morta, graças à internet. Falta de educação e ofensas evoluíram para verdadeiras formas de entretenimento, e sites inteiros são dedicados apenas a documentar as discussões mais acaloradas, conhecidas como "flame wars". E embora seja possível encontrar alguns fóruns de discussão e comunidades que encorajam as boas maneiras e penalizam quem ofende, estas estão se tornando incrivelmente raras.

Não concorda? Então vai pros comentários que eu vou te quebrar, palhaço!

5. Ouvir um disco inteiro

Você se lembra de colocar Dark Side of the Moon no toca-discos ou Graceland no CD Player? Seus filhos não vão se lembrar. Não só a idéia de música entregue em uma mídia física parecerá totalmente ultrapassado, como todo o conceito de "álbum" (sem falar em "álbum conceitual") passará batido por eles. Ao longo da década passada, as vendas de álbums completos nos EUA, mesmo em versões digitais, caíram 55% para chegar a apenas US$ 400 milhões em 2009, de acordo com o Nielsen Soundscan. Durante o mesmo período, as vendas de faixas individuais foram de zero para quase US$ 1.2 bilhão.

O iTunes da Apple e as redes de compartilhamento de arquivos destruíram completamente a noção de ouvir mais de uma música de determinado artista de cada vez. "Pai, como você fazia antes da Apple inventar o Shuffle? Caramba, como você é velho!"

6. Perícia

Antes da internet, se você quisesse ser considerado um perito em determinado assunto precisaria ter experiência e qualificação na área. Agora tudo o que é preciso é de um blog e uma quantidade suficiente de cara-de-pau. Por exemplo, em uma pesquisa recente conduzida pela PR Week, 52% dos blogueiros se consideravam "jornalistas". Talvez porque se considerar um mero "digitador" não é tão impressionante.

7. A reputação da Nigéria

Houve um tempo em que a Nigéria era uma nação soberana na África cujo principal produto de exportação era o petróleo. Agora, seu principal produto parecem ser mensagens de e-mail falsas procurando otários dispostos a ajudar ex-ministros a roubar milhões de dólares. O nome do país ficou tão associado a estas mensagens que elas ficaram conhecidas como "Golpe 419" (419 Scam), por causa da seção do código-penal nigeriano que violam.

Mas nós temos um meio para consertar a reputação nigeriana. Vamos divulgá-lo assim que alguém de lá depositar US$ 35 milhões em uma de nossas contas numeradas na Suíça.

8. Ortografia

Você pode culpar o crescimento das mensages de texto, o Windows Live Messenger ou mesmo o Twitter pela morte do bom português (e inglês, e muitos outros idiomas), embora padrões menos rigorosos de qualidade adotados por blogueiros também tenham sua parcela de culpa. Será que o último revisor a sair pode "apagah as lus", ops, "apagar as luzes"?

9. Celebridades

Nos velhos tempos uma pessoa precisaria ser muito bonita ou talentosa para ser famosa. Agora, graças aos "reality shows", vídeos virais e redes sociais, quão mais gorda e imbecil ela for, melhores as chances de se tornar conhecida; Por exemplo, seus últimos 17 filmes podem ter sido uma droga (Kevin Smith, estamos falando com você), mas se você tem mais de 1.6 milhões de seguidores no Twitter, quem se importa? De fato, a batalha do rotundo diretor com a American Airlines após ele ter sido retirado de um vôo por ser gordo demais com certeza foi melhor que filmes como "Cop Out".

10. Sexo

Era algo misterioso e excitante. Para ver dois estranhos em pleno ato era preciso ir a um cinema pornô ou se tornar um voyeur. Agora a pornografia está em toda a parte, e novos vídeos de sexo com "celebridades" aparecem na rede a cada poucas semanas (felizmente, nenhum deles com o Kevin Smith). Qualquer um que tenha visto mais do que cinco minutos de "1 Night in Paris" está mais familiarizado com a anatomia da Srta. Hilton do que o ginecologista dela. Sim, sexo é cada vez mais abundante, graças à internet. Mas sabem o que ele não é mais? Sexy.

Cinco coisas que a internet não matou ou arruinou

1. Fé cega

Era de se esperar que a implosão das .com tivesse ensinado alguma coisa às pessoas. Mas estávamos errados. A fé cega nas novas tecnologias se mudou para as mídias sociais, e ultimamente anda junto com o iPad, da Apple. "Vai mudar sua vida!". Claro....

2. A confiança na "sabedoria das multidões"

Só não sabemos ainda o porquê. Qualquer um que já tenha usado sites como o Digg, Reddit ou mesmo Google sabe que as coisas mais populares na Internet são raramente as melhores. No final das contas, as multidões não são melhores que os indivíduos. São só mais barulhentas.

3. Lojas "de verdade"

As boas e velhas lojas "de verdade" ainda estão conosco, apesar dos esforços da Amazon, Buy.com e similares.

4. Disfarces

A internet permite que as pessoas se reinventem de formas que nunca seriam possíveis no mundo real. Você pode ser um gordo de 40 anos que não consegue mais ver os dedões do próprio pé há uma década, mas seu avatar no Second Life é um garotão sarado. Com pele azul e um rabo.

5. Chuck Norris

Só Chuck Norris é poderoso o suficiente para matar Chuck Norris, e ainda assim ele se replicaria automaticamente.


quarta-feira, abril 07, 2010

viu? cumprimos

O Governo do Rio cumpriu, essa semana, promessa                           de campanha:

        Levar água e esgoto a todas as casas do Rio.


(enviado por minha amiga Glo)

sábado, abril 03, 2010

Cidinha Campos fala dos que mamam...




impressionante o silêncio do Plenário.