terça-feira, setembro 30, 2008

Academia depois dos 50




depois falam do Gabeira




(enviada por meu amigo Salamico)

segunda-feira, setembro 29, 2008

enquanto isso, no Tio Sam




me perdoem os patrícios, mas não resisti

ÚLTIMAS NOTÍCIAS DE LISBOA
 'Gêmeo tenta se suicidar e mata o irmão por engano'
 
DISK FINADOS
 Lançaram em Portugal, o novo serviço por telefone, é o Disk-Finados.
 Você telefona e ouve um minuto de silêncio !
 
CURVA PERIGOSA
 O português estava dirigindo em uma estrada, quando viu uma placa que dizia:
 'Curva Perigosa à Esquerda'. Ele não teve dúvidas: virou à direita !...
 
AGENDA DE TELEFONE
 Por que os portugueses usam somente a letra 'T' em suas agendas de telefone?
 Telefone do Antonio, telefone do Joaquim, telefone do Manoel, telefone
 do Pereira....
 
LOJA DE SAPATOS
 O Manuel foi, na segunda-feira, a uma loja de sapatos. Escolheu,
 escolheu e acabou se decidindo por um par de sapatos de cromo alemão.
 O vendedor entregou o sapato, mas foi logo advertindo-o:
 - Sr., estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros cinco dias.
 - Não tem problema !.. Eu só vou usá-los no domingo que vem.
 
NO TRABALHO
 Conversa entre o empregado e o chefe, ambos portugueses:
 - Chefe, nossos arquivos estão super lotados, posso jogar fora os que
 tem mais de 10 anos?
 - Sim, mas antes tire uma cópia de todos.
 
NO CHUVEIRO
 Manuel está tomando banho e grita para Maria:
 - Ô Maria, me traz um shampoo.
 E Maria lhe entrega o shampoo. Logo em seguida, grita novamente:
 - Ô Maria, me traz outro shampoo.
 - Mas eu já te dei um agorinha mesmo, homem !!!
 - É que aqui está dizendo que é para cabelos secos e eu já molhei os meus.

 MANOEL JOAQUIM
 Manoel Joaquim dos Santos, nascido em Trás-dos-Montes, no extremo bem
 extremo Leste
 de Portugal, ganhou seu primeiro lápis de colocar na orelha, quando
 tinha 2 anos.
 Aos 15 anos, já no primário, ganhou sua primeira caneta-tinteiro de orelha.
 Aos 32 anos, descobriu que caneta também servia para escrever.
 Hoje, já informatizado, está com orelha de abano, por causa do peso do
 mouse...
 
SEGURANÇA
 O filho do português chega pro pai e diz:
 - Papai, posso ir lá fora ver o eclipse?
 - Pode meu filho, mas não chegue muito perto.
 
MOTIVO
 - Por que o banco 24h não deu certo em Portugal?
 - Porque dava 23:30h e já tinha uma fila enorme.
 
 
SORTE
 O português vê uma máquina de Coca Cola e fica maravilhado.
 Coloca uma fichinha e cai uma latinha. Coloca 2 fichinhas e caem 2 latinhas.
 Coloca 10 fichas e caem 10 latinhas. Então ele vai ao caixa e pede 50
 fichas.
 Diz então o caixa:
 - Desse jeito o Sr. vai acabar com as minhas fichas.
 - Não adianta, eu não paro enquanto estiver ganhando.
 
BRINCANDO COM O PERIGO
 O assaltante aborda o Manoel no meio da rua.
 - Pare ! - grita.
 - Impare! - grita de volta o Manoel estendendo três dedos.
 - Mas eu estou te roubando - explica o assaltante.
 - Então não brinco mais !...
 
SOCIEDADE
 Vocês sabem porque sociedade entre portugueses sempre dá certo?
 Porque um rouba do outro e deposita na conta conjunta !....
 
CONFIANÇA
 Essa aconteceu num quartel de Lisboa. O Joaquim estava dando guarda
 quando se aproxima um jipe com um soldado, ele aponta o fuzil para a
 cabeça do motorista do jipe e pergunta rispidamente:
 - Você sabe a senha?
 - Sei.
 - Tudo bem, pode passar.
 
DOIS BASTAM
 - Você sabe quantos portugueses são necessários para afundar um submarino?
 - Dois. Um bate na porta, o outro abre!
 
SELF-SERVICE
 - Como é restaurante self-service de português?
 - O cliente é pesado, na entrada e na saída.
 
NO SUPERMERCADO
 - Por que o português, cada vez que compra uma caixa de leite, abre-a,
 ali mesmo, no supermercado?
 - Porque na caixa está escrito : 'Abra aqui.'
 
MARIA
 Maria, a mulher do Manuel, foi fazer exame de
 fezes e colocou a latinha com o conteúdo do exame
 em cima do balcão.
 A recepcionista solicitou:
 - Dá prá senhora colocar o nome, por favor?
 A lusitana não hesitou e escreveu: MERDA.
 

quarta-feira, setembro 24, 2008

Heloisa Seixas conta em livro a superação do marido contra o câncer

fonte

"Sabe qual é a matéria que todos aqui sonhamos fazer e que resume perfeitamente o espírito do Reader's Digest?", perguntou um mordaz jornalista americano ao seu jovem colega brasileiro Ruy Castro, editor-executivo de Seleções, que visitava a matriz da revista em Nova York. (Seleções, como se sabe, é a edição brasileira do Digest.) E, antes que Ruy dissesse alguma coisa, ele mesmo respondeu:

"Cancer made me happy (O câncer me tornou feliz)". Deu uma gargalhada e acrescentou: "Mas é claro que essa matéria nunca poderá ser feita. É irreverente demais".

Isso foi em 1974 e Ruy não se recorda mais do nome do jornalista americano. Mas lembra-se de também ter rido muito ao ouvi-lo. No Digest, os personagens de todos os artigos e reportagens podem sofrer o diabo e até morrer, mas, no fim, o leitor precisa ser premiado com uma mensagem de otimismo e esperança. Por exemplo, o sujeito teria um câncer - doença muito pior na época do que hoje -, mas deveria deixar uma lição positiva, de coragem e resistência, para quem lesse sua história.
Ruy adotou a idéia nas inúmeras matérias de Seleções que editou a partir dali e, muitos anos depois, procurou essa coragem e resistência nos personagens dos livros que viria a escrever. Ele só não imaginava que, um dia, iria protagonizar essa situação na vida real - na sua própria vida.

A história está contada no livro Álbum de retratos - Ruy Castro, por sua mulher, a escritora Heloisa Seixas, que está sendo lançado este mês pela editora carioca Folha Seca. Trata-se de uma biografia de Ruy - ou melhor, uma fotobiografia -, dentro do projeto Álbum de retratos, idealizado pelo compositor Moacyr Luz: uma série de 12 livros com o panorama da vida de nomes da cultura brasileira, como as atrizes Bete Mendes e Zezé Motta, o poeta Ferreira Gullar, a compositora Dona Ivone Lara, o violonista Turíbio dos Santos e o cartunista Lan, entre outros.


Leia um trecho do livro Álbum de retratos - Ruy Castro, por Heloisa Seixas, sua mulher:

"Foi em pleno verão, faltando apenas uma semana para o Carnaval, que naquele ano, 2005, seria bem cedo. Era fim de janeiro, pouco mais de um mês depois da tsunami que matara 300 mil pessoas na Ásia. Para nós, foi algo parecido - inesperado e arrasador. Ruy vinha se queixando desde novembro de uma gripe que não acabava nunca, de um pigarro, uma sensação de congestionamento na garganta. Mas não queria nem ouvir falar de ir ao médico. Em dezembro de 2004, depois de cinco anos de pesquisas, tinha começado a escrever seu livro Carmen - Uma biografia e, quando escreve, Ruy não quer saber de nada, muito menos de ir ao médico.

Mas eu tinha notado uma coisa estranha: ele, que sempre adorou comidas muito salgadas, já não percebia se o feijão viesse com menos sal. Parecia estar perdendo o paladar. Foi por causa disso que insisti e o obriguei a fazer uma consulta com nosso clínico geral, Dr. Ênio Porto Duarte. A consulta foi marcada para o meio-dia daquela sexta-feira, 28 de janeiro. O diagnóstico foi quase imediato. Câncer na garganta, na base da língua, com metástase nos gânglios linfáticos. Dali em diante, tudo aconteceu muito rápido, como numa vertigem. Poucas horas depois, saindo do consultório do Dr. Jacob Kligerman, que o trataria, Ruy olhou para mim e disse: "Não vou perder tempo com essa doença. Vou cuidar do tratamento. E o Carmen vai fazer parte dele".

E fez mesmo. Peguem Carmen e abram o livro na página 89, no quinto capítulo. Ruy estava exatamente nesse ponto quando recebeu o diagnóstico. E agora vejam: tudo o que foi escrito dali para frente, todas as quase 500 páginas restantes, com aquela quantidade enorme de informações, colocadas ali com tanta leveza e humor, foram feitas durante o tratamento. "Como você conseguiu?", perguntaria o Dr. Jacob Kligerman na noite do lançamento, já tendo lido o livro. E Ruy, candidamente: "Eu não sabia que era impossível".

Como todo mundo sabe ou imagina, um tratamento de câncer não é coisa à-toa. Entre 28 de janeiro de 2005, dia do diagnóstico, e o 4 de outubro seguinte - dia em que Ruy pôs o ponto final no livro -, foram 34 sessões de radioterapia, num total de 93 irradiações, sete sessões de quimioterapia, com 21 horas de aplicações, 29 consultas médicas, mais quinze consultas ao dentista, cinco biópsias, uma endoscopia, cinco exames de sangue, duas ressonâncias magnéticas, duas chapas de pulmão, um raio-X completo de boca, uma cirurgia com duas passagens pelo centro cirúrgico e seis dias de internação, mais dezesseis punções e 61 sessões de fisioterapia. Durante os primeiros três meses de tratamento, por causa das queimaduras da radioterapia, Ruy ficou sem comer, bebendo apenas líquidos (mesmo assim, com enorme dificuldade), o que o fez emagrecer doze quilos. Chegou a interromper o tratamento por dez dias porque a pele de seu pescoço ficou em carne viva e, em decorrência da quimioterapia, teve flebite numa veia do braço, com um febrão de 40 graus que o deixou tremendo como se estivesse com malária. Mas nada disso fez com que perdesse a energia para trabalhar. Durante todo esse tempo, passava o dia escrevendo, horas e horas, como se fosse apenas um cérebro usando um corpo alquebrado para se manifestar. O corpo era seu cavalo.

"Meu medo não era morrer. Era não poder acabar o livro", diria depois.

Quando Ruy estava internado, se recuperando da cirurgia, lembro da cara de espanto dos enfermeiros ao vê-lo sentado na poltrona do quarto do hospital, com o dreno de um lado e a garrafinha de soro do outro ("Vai de tinto ou vai de branco?", como diria Ronaldo Bôscoli) e revisando os originais do livro. No dia em que se internou, 31 de maio, ele levou, para reler, todos os capítulos já escritos até então: eram dezoito. Não parou de trabalhar um segundo enquanto esteve internado. Depois, já em casa, escreveria os doze capítulos restantes. Foi sempre incansável. Às vezes, quando o observava trabalhando, eu pensava na frase de uma amiga que, ao saber da doença de Ruy, me disse que ele superaria tudo: "Não se preocupe", falou, "ele tem alma de herói".

Herói ou não, quando chegou o fim do ano e lançou o livro, Ruy deu milhões de entrevistas, e, sem prejuízo da gratidão que sentia por seus médicos, disse em quase todas: "Carmen me salvou a vida". Os repórteres não entendiam ou achavam que era uma brincadeira - ninguém sabia que ele estava falando sério.

Agora, ele continua aí. Parou de fumar - de forma quase instantânea e sem reclamar -, mas diz que é "fumante passivo" e, se vê alguém fumando pela rua, vai atrás para sentir o cheirinho. Quando lhe perguntam na porta dos restaurantes se quer lugar de fumante ou não-fumante, enche o peito e responde "Tanto faz" - pois detesta o politicamente correto e é contra a histeria antitabagista que se instalou no mundo. "Bebida faz muito mais mal à saúde, e nem por isso proíbem a propaganda de cerveja na TV", diz. E completa, rindo: "Sou o único canceroso que não tem raiva de cigarro".

Tem gente que se espanta, mas Ruy sempre fez piada com a doença e nunca teve medo de pronunciar a palavra "câncer". Certa vez, ao fazer um exame de rotina com uma oftalmologista, diante da pergunta clássica sobre se tinha diabetes, pressão alta ou alguma doença crônica, ele abriu um sorriso animado e sapecou: "Serve câncer?"

Em outra ocasião, na sala de espera de uma ressonância, uma médica que parecia mais nervosa do que nós tentou puxar conversa e perguntou se ele se arrependia de ter fumado. Ruy respondeu na bucha: "Não. Se não tivesse feito tudo o que fiz, se não tivesse bebido, cheirado, fumado e tudo mais, eu seria outra pessoa, não seria eu".

Passado o período inicial pós-tratamento de câncer, Ruy recuperou o paladar, engordou tudo de novo e, embora tenha de fazer exames periódicos, até agora está ganhando a briga. Não pensa em doença (embora até tenha tido outros problemas de saúde), nem parece preocupado com a possibilidade de o câncer voltar. Faz planos para o futuro. Está metido num sem-número de projetos, alguns para daqui a vários anos, e continua fazendo aquelas coleções que não completa nunca.

Às vezes, referindo-se a algum projeto mais ambicioso e longo, dá um sorrisinho maroto e diz: "Não sei se vou ter tempo de fazer isso". Mas no fundo parece acreditar que, enquanto estiver escrevendo algum livro, não poderá se dar ao luxo de morrer. E, com isso, emenda um projeto no outro.

Ele deve saber o que faz. Afinal, não dizem que o gato tem sete vidas?"
O câncer não tornou Ruy Castro feliz - ele diz que já era feliz e continuou sendo -, mas, mais Seleções, impossível.

estória de um cartaz




terça-feira, setembro 23, 2008

ainda a crise

fonte

Mudança de status de bancos põe fim em 'expansão sem limites'
 

 
 
Morgan Stanley
Morgan Stanley e Goldman Sachs vão poder criar bancos comerciais
A notícia de que o Morgan Stanley e o Goldman Sachs conseguiram mudar seu status de bancos de investimentos para bancos comerciais é extraordinária.

É exatamente o contrário do que aconteceu depois da Grande Depressão em 1929, quando o governo americano decidiu que a melhor maneira de proteger o dinheiro dos cidadãos era impedir que bancos de investimentos tivessem acesso a depósitos feitos por pessoas comuns.

Segundo o Ato Glass-Steagall, de 1933, instituições que haviam se envolvido em operações comerciais de alto risco eram impedidas de receber depósitos considerados seguros.

A proibição foi suspensa em 12 de novembro de 1999 e, desde então, tem se testemunhado uma rápida convergência entre bancos de investimento e comerciais.

Benefícios

Os novos padrões, no entanto, não têm sido um modelo de sucesso. Os bancos Citi e UBS, apenas para nomear dois, perderam somas colossais de seus investimentos ligados aos empréstimos do tipo sub-prime, colocando seus clientes em perigo (apesar de os dois terem sobrevivido).

Ainda assim, na trilha do colapso do mercado de crédito, a nova ortodoxia prega que todos os bancos de investimento possam se tornar instituições bancárias comerciais, tendo acesso a seus depósitos.

Uma das razões por trás da mudança de paradigma é porque os depósitos feitos a bancos comerciais são mais estáveis. Em outras palavras, eu e você temos menos probabilidade de entrar em pânico e sacar todo nosso dinheiro no primeiro indício de que nossos bancos estão em apuros.

Os bancos contam com a nossa inércia para sobreviver, o que, aliás, não é uma garantia.

Em segundo lugar, o impacto econômico e político que pode ser causado por danos provocados ao nosso dinheiro é tamanho, que os bancos comerciais que recebem nossos depósitos recebem muito mais proteção do que outros tipos de bancos.

No contexto americano, por exemplo, há um seguro oficial oferecido aos depósitos.

Além disso, e mais importante, a conversão do Goldman Sachs e Morgan Stanley em bancos comerciais possibilitará o acesso ao fundo de emergência que está sendo arquitetado pelo governo americano.

Em última análise, esta mudança de status pode ser o sinal do desastre da regulação financeira global ao longo da última década.

Economia 'de joelhos'

A separação original entre bancos de investimentos e comerciais tinha como objetivo impedir que clientes comuns fossem atingidos pelo colapso de instituições como o Goldman Sachs ou Morgan Stanley.

Mas diante do tamanho crescimento dessas duas instituições e relação de dependência estabelecida com os bancos que tomam conta das nossas poupanças fazem com que elas tenham se tornado grande demais para quebrar.

Há apenas uma semana, o tesouro americano correu um grande risco ao deixar o Lehman brothers ir à falência.

Desde então, as repercussões quase deixaram os Estados Unidos, a maior economia do mundo, de joelhos.

O colapso do Lehman Brothers foi o que em parte motivou ações coordenadas para injetar bilhões de dólares nos mercados financeiros de todo o mundo e o anúncio do pacote de emergência americano de US$ 700 bilhões.

A atitude do Fed em autorizar a mudança de status do Goldman Sachs e do Morgan Stanley significa que a instituição prefere que os dois bancos beneficiem de sua proteção do que sustentar a ilusão de que podem quebrar.


segunda-feira, setembro 22, 2008

Message from the Queen

To the citizens of the United States of America from Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II.

In light of your failure in recent years to nominate competent candidates for President of the USA and thus to govern yourselves, we hereby give notice of the revocation of your independence, effective immediately.

Her Sovereign Majesty Queen Elizabeth II will resume monarchical duties over all states, commonwealths, and territories (except Kansas,which she does not fancy).

Your new Prime Minister, Gordon Brown, will appoint a Governor for America without the need for further elections. Congress and the Senate will be disbanded.
A questionnaire may be circulated next year to determine whether any of you noticed.
To aid in the transition to a British Crown Dependency, the following rules are introduced with immediate effect:
(You should look up 'revocation' in the Oxford English Dictionary.)

1. Then look up aluminum, and check the pronunciation guide. You will be amazed at just how wrongly you have been pronouncing it.

2. The letter 'U' will be reinstated in words such as 'colour', 'favour', 'labour' and 'neighbour.' Likewise, you will learn to spell ´doughnut' without skipping half the letters,  and the suffix '-ize' will be replaced by the suffix '-ise'.  Generally, you will be expected to raise your vocabulary to acceptable levels.  (look up vocabulary').

3. Using the same twenty-seven words interspersed with filler noises such as 'like' and 'you know' is an unacceptable and inefficient form of communication. There is no such thing as U.S. English. We will let Microsoft know on your behalf. The Microsoft spell-checker will be
adjusted to take into account the reinstated letter 'u' and the elimination of  -ize.

4. July 4th will no longer be celebrated as a holiday.

5. You will learn to resolve personal issues without using guns, lawyers, or therapists. The fact that you need so many lawyers and therapists shows that you're not quite ready to be independent.  Guns should only be used for shooting grouse. If you can't sort things out without suing someone or speaking to a therapist then you're not ready to shoot grouse

6. Therefore, you will no longer be allowed to own or carry anything more dangerous than a vegetable peeler.  Although a permit will be required if you wish to carry a vegetable peeler in public.

7. All intersections will be replaced with roundabouts, and you will start driving on the left side with immediate effect.  At the same time, you will go metric with immediate effect and without the benefit of conversion tables. Both roundabouts and metrication will help you understand the British sense of humour.

8. The Former USA will adopt UK prices on petrol (which you have been calling gasoline) of roughly $10/US gallon. Get used to it.

9. You will learn to make real chips. Those things you call French fries are not real chips, and those things you insist on calling potato chips are properly called crisps. Real chips are thick cut, fried in animal fat, and dressed not with catsup but with vinegar.

10. The cold tasteless stuff you insist on calling beer is not actually beer at all.  Henceforth, only proper British Bitter will be referred to as beer, and European brews of  known and accepted provenance will be referred to as Lager.  South African beer is also acceptable as they are pound for pound the greatest sporting Nation on earth and it can only be due to the beer. They are also part of British Commonwealth - see what it did for them. American brands will be referred to as Near-Frozen Gnat's Urine, so that all can be sold without risk of further confusion.

11. Hollywood will be required occasionally to cast English actors as good guys.  Hollywood will also be required to cast English actors to play English characters.  Watching Andie Macdowell attempt English dialogue in Four Weddings and a  Funeral was an experience akin to having one's ears removed  with a cheese grater.

12. You will cease playing American football.  There is only one kind of proper football; you call it soccer.  Those of you brave enough will, in time, be allowed to play rugby (which has some similarities to American football, but does not involve stopping for a rest every twenty seconds or wearing full kevlar body Armour like a bunch of nancies).  Don't try Rugby - the South Africans and Kiwis will thrash you, like they regularly thrash us.

13. Further, you will stop playing baseball. It is not reasonable to host an event called the World Series for a game which is not played outside of America.  Since only 2.1% of you are aware there is a world beyond your borders, your error is understandable.  You will learn cricket, and we will let you face the South Africans first to take the sting out of their deliveries.

14. You must tell us who killed JFK.  It's been driving us mad.

15. An internal revenue agent (i.e. tax collector) from Her Majesty's Government will be with you shortly to ensure the acquisition of all monies due (backdated to 1776).

16. Daily Tea Time begins promptly at 4 pm with proper cups, with saucers, and never mugs, with high  quality biscuits (cookies) and cakes; plus strawberries (with cream)  when in season.

God Save the Queen!

domingo, setembro 21, 2008

Chapeuzinho Vermelho no séculoXXI

Caminhava Chapeuzinho Vermelho no meio da floresta ... Quando aparece o  lobo e diz:

-Vou comer uma coisa sua que nunca ninguém antes comeu....

Responde a Chapeuzinho:
- Só se for o cesto!



(enviado por minha amiga Glo)

poesia política



Poema da MENTE 
  Affonso Romano de Sant`Anna

       Há um presidente que mente,
      Mente de corpo e alma, completa/mente.
      E mente de maneira tão pungente
      Que a gente acha que ele, mente sincera/mente,

      Mais que mente, sobretudo, impune/mente...

      Indecente/mente.
      E mente tão nacional/mente,
      Que acha que mentindo história afora,
      Vai nos enganar eterna/mente.

segunda-feira, setembro 15, 2008

que M.

'Na época da ditadura', podíamos acelerar nossos mavericks a 120km/h sem a delação dos
radares, mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental,mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de sermos jogados à vala da
delinqüência, mas não podíamos
falar mal do presidente.
Não usávamos eufemismo hipócritas para fazer referências a raças, credos ou preferências sexuais, e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.
Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a
coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.
Galanteava a menina do contas a pagar e não sofria processo judicial por assédio, mas não podia falar mal do presidente....
Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente!
Mais nada !!!!

domingo, setembro 14, 2008

terça-feira, setembro 09, 2008

pensamentos

- O amor é como capim: você planta e ele cresce. Aí vem uma vaca e acaba com tudo.

- Tamanho não é documento e dinheiro não traz felicidade'. (Autor desconhecido, pobre e de pinto pequeno)

- Comer Puta é igual Bung Jump: a emoção é Grande, mas se estourar a borracha você tá fudido!!!

- Quer conhecer tua namorada... CASA! Quer conhecer tua mulher... SEPARA!!!

- Status é comprar uma coisa que você não quer, com um dinheiro que você não tem, para mostrar pra gente que você não gosta, uma pessoa que você não é.

-
Sabe o que o argentino tem mais que o brasileiro? Tem mais é que se fuder.

- Mulheres são como piscinas: O custo da manutenção é muito elevado se comparado ao tempo que passamos dentro delas.

- Se você sentir duas bolinhas encostando na sua bunda, não se preocupe, o pior já passou


- A diferença entre uma mulher na TPM e um sequestrador, é que com o sequestrador ainda existe uma possibilidade de negociação.


(enviados por minha amiga Glo)

pensa que é só aqui?

Be sure and cancel your credit cards before you die.  

This is so priceless, and so, so easy to see happening, customer service being what it is today.

A lady died this past January, and Citibank billed her for February and March for their annual service charges on her credit card, and added late fees and interest on the monthly charge. The balance had been $0.00 when she died, but now somewhere around $60.00. A family member placed a call to Citibank.

Here is the exchange
:

Family Member:
   'I am calling to tell you she died back in January.'

Citibank
:   'The account was never closed and the late fees and charges still apply.'

Family Member
: 'Maybe, you should turn it over to collections.'

Citibank
: 'Since it is two months past due, it already has been.'

Family Member
: ‘So, what will they do when they find out she is dead?'

Citibank
: 'Either report her account to frauds division or report her to the credit bureau, maybe both!'

Family Member
: 'Do you think God will be mad at her?'  

Citibank:
 'Excuse me?'

Family Member
: 'Did you just get what I was telling you - the part about her being dead?'

Citibank
: 'Sir, you'll have to speak to my supervisor.'


Supervisor gets on the phone
:


Family Member
: 'I'm calling to tell you, she died back in January with a $0 balance.'

Citibank
: 'The account was never closed and late fees and charges still apply.'  

Family Member
: 'You mean you want to collect from her estate?'

Citibank
: (Stammer) 'Are you her lawyer?'

Family Member
: 'No, I'm her great nephew.' (Lawyer info was given)  

Citibank:
  ' Could you fax us a certificate of death?'

Family Member
: 'Sure.' (Fax number was given)  
After they get the fax  :

Citibank
: 'Our system just isn't setup for death. I don't know what more I can do to help.'

Family Member
: 'Well, if you figure it out, great! If not , you could just keep billing her. She won't care.'

Citibank:
  'Well, the late fees and charges do still apply.'

        (What is wrong with these people?!?)

 

Family Member: ' Would you like her new billing address?'

Citibank
: 'That might help...'

Family Member
: ' Odessa Memorial Cemetery , Highway 129, Plot Number 69.'

Citibank
: 'Sir, that's a cemetery!'

Family Member
: 'And what do YOU do with dead people on YOUR planet???



(enviado por meu amigo Garoto)

pavio

O sujeito conhece uma gata na noitada e logo leva ela pro motel.
Já instalados no apartamento, ele tira a camisa, deixa o seu bíceps à mostra e diz:
- Isso são 80 kg de dinamite!
Mostra o abdômen e diz:
- 100 kg de dinamite!
Depois tira a bermuda, mostra as coxas e diz:
- 120 kg de dinamite!
Enfim ele tira a cueca samba-canção e a mulher sai correndo pelos corredores do motel, gritando:
- Evacuem o motel!!! ... O meu quarto está lotado de explosivo e o pavio é curto!!


(enviado por meu amigo Simões)

CRÔNICA DA LOUCURA

O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos.
Existem dois tipos de loucos.
O louco propriamente dito e o que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra.
Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos.
Se não era louco, ficou.
Durante quarenta anos, passei longe deles.
Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras acumuladas.
Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco semanal.
O melhor da terapia é chegar antes, alguns minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera.
Onde faço a minha terapia é uma casa grande com oito loucos analistas.
Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco.
Ninguém olha para ninguém.
O silencio é uma loucura.
E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm,se são rotarianos ou leoninos, corintianos ou palmeirenses.
Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo.
E a sala de espera de um "consultório médico", como diz a atendente absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela), é um prato cheio para um louco escritor como eu.
Senão, vejamos: 
Na última quarta-feira, estávamos
1. Eu
2. Um crioulinho muito bem vestido,
3. Um senhor de uns cinqüenta anos e
4. Uma velha gorda.
 
Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles.
Não foi difícil, porque eu já partia do principio que todos eram loucos, como eu.
Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados.
 
2) O pretinho, por exemplo.
Claro que a cor, num país racista como o nosso,deve ter contribuído muito para leva-lo até aquela poltrona de vime. Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro e não conseguiu entrar como sócio do 'Harmonia do Samba'?
Notei que o tênis estava um pouco velho.
Problema de ascensão social, com certeza.
O olhar dele era triste,cansado.
Comecei a ficar com pena dele.
Depois notei que ele trazia uma mala.
Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro.
Talvez apenas a cabeça.
Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo.
Podia ter também uma arma lá dentro.
Podia ser perigoso.
Afastei-me um pouco dele no sofá.
Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.
 
3 )E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos?
Como ele estava sofrendo, coitado.
Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique no olho esquerdo.
Corno, na certa.
E manso.
Corno manso sempre tem tiques.
Já notaram?
Observo as mãos.
Roía as unhas.
Insegurança total, medo de viver.
Filho drogado?
Bem provável.
Como era infeliz esse meu personagem.
Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele assoou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra.
Faltava um botão na camisa.
Claro, abandonado pela esposa.
Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas.
Homossexual?
Acho que não.
Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles.
Tingido.
 
4) Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha.
Que bunda imensa.
Como sofria, meu Deus.
Bastava olhar no rosto dela.
Não devia fazer amor há mais de trinta anos.
Será que se masturbaria?
Será que era esse o problema dela?
Uma velha masturbadora?
Não! Tirou um terço da bolsa e começou a rezar.
Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava.
Estava no quinto cigarro em dez minutos.
Tensa.
Coitada.
O que deve ser dos filhos dela?
Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos.
Tinha cara também de quem mentia para o analista.
Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.
Acabou o meu tempo.
 
Tenho que ir conversar com o meu psicanalista.
Conto para ele a minha 'viagem' na sala de espera.
Ele ri.
Ri muito, o meu psicanalista, e diz:
- O Ditinho é o nosso office-boy. 
- O de terno preto é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades.
- E a gordinha é a Dona Dirce, a minha mãe.
E você, não vai ter alta tão cedo...'


(desconheço o autor(a)  - enviado por minha amiga Verão)

quinta-feira, setembro 04, 2008

Você consegue entender isso?

Você consegue entender isso?


Tabela     Vítimas da  seca Índios da Amazônia
Quantos?
10 milhões
230 mil
Sujeitos à fome?
Sim
Não
Passam sede?
Sim
Não
Subnutrição
Sim
Não
ONGs estrangeiras ajudando  
Nenhuma
350


Provável explicação:


A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que
pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

Já o nordeste não tem tanta riqueza. Será por isso que lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos?

Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano,que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias
de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito?

É uma reflexão interessante... É por amor ao próximo ou por amor à riqueza da terra? Você pensa e decide.

(enviado por meu amigo Garoto)

de noivos e sogros

Problema Cardíaco

O pai estava preocupado porque a filha não tinha coragem de contar ao
noivo a sua precária condição cardiaca.
O noivo era uma pessoa simples, muito humilde, mas que a filha adorava.
Assim, na primeira chance havida, o pai chamou-o para uma conversa:
- João, preciso te contar uma coisa...
- Pode dizer sogrão...
- Olha, é bom que voce saiba desde já..... minha filha tem uma angina
profunda.
E o noivo, esforçando-se para usar um vocabulário a altura:
- Tem razão, seu José.... E o ânus também !

terça-feira, setembro 02, 2008

REDAÇÃO DE ALUNA DA UFPE

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE   Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular  da cadeira de Gramática Portuguesa. Leiam até o final, é muito legal!

Redação:

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino  singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito  oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes  ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num  lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se  insinuar, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou  o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco  tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a  se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do  substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu  aposto.
 Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma  fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para  ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo  quando ele começou outra vez a se insinuar.

Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente  chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num  transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu  ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um  período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela  confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou  outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas  palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum  de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias,  parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns  minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia  tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um  perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu  grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu  repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo,  e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram  gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo  auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

 Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo  o edifício.  O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto  adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um  superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa  maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi  chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu  tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições  eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do  substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido  depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na  história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e  voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo  feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

(enviado por meu amigo Garoto)