enviado pela minha filha.
(provavelmente minha última postagem no Multi)
meus pensamentos caseiros
Why They're Independent: The Netherlands Antilles was a collection of islands in the Caribbean that were dissolved in 2010. Three of the islands became a part of the Netherlands proper, while two others transitioned into a new role "constituent countries" under the kingdom of the Netherlands. The Olympic Committee of the Netherlands Antilles had hoped to continue, but the IOC ruled that it could not last year. Athletes from the region who qualified were allowed to compete independently.
Their Athletes
Age: 28
Event: Judo
Age: 23
Event: 400m
Why They're Independent: The South Sudan gained its independence in June of last year. It did not set up a National Olympic Committee in time to send athletes to compete under the young nation's flag. Any athlete who qualified from the country would be allowed to compete independently.
Their Athlete
Cristina Kirchner, a presidente da Argentina, de passagem pela China,disse ao primeiro ministro chinês:
- Senhor Premier, nós estamos muito interessados que seu país invista na Argentina.
O Primeiro Ministro sorriu e, com toda a delicadeza, respondeu:
- Sempre nos confundem, senhora Presidente... Nós somos chineses,os kamikazes são japoneses...
A global super-rich elite had at least $21 trillion (£13tn) hidden in secret tax havens by the end of 2010, according to a major study.
The figure is equivalent to the size of the US and Japanese economies combined.
The Price of Offshore Revisited was written by James Henry, a former chief economist at the consultancy McKinsey, for the Tax Justice Network.
Tax expert and UK government adviser John Whiting said he was sceptical that the amount hidden was so large.
Mr Whiting, tax policy director at the Chartered Institute of Taxation, said: "There clearly are some significant amounts hidden away, but if it really is that size what is being done with it all?"
Mr Henry said his $21tn is actually a conservative figure and the true scale could be $32tn. A trillion is 1,000 billion.
Mr Henry used data from the Bank of International Settlements, International Monetary Fund, World Bank, and national governments.
His study deals only with financial wealth deposited in bank and investment accounts, and not other assets such as property and yachts.
The report comes amid growing public and political concern about tax avoidance and evasion. Some authorities, including in Germany, have even paid for information on alleged tax evaders stolen from banks.
The group that commissioned the report, Tax Justice Network, campaigns against tax havens.
Mr Henry said that the super-rich move money around the globe through an "industrious bevy of professional enablers in private banking, legal, accounting and investment industries.
"The lost tax revenues implied by our estimates is huge. It is large enough to make a significant difference to the finances of many countries.
"From another angle, this study is really good news. The world has just located a huge pile of financial wealth that might be called upon to contribute to the solution of our most pressing global problems," he said.
...continua... Claudia Tozetto - iG São Paulo |
Um dispositivo do tamanho de um iPod chegará ao mercado americano até o final do ano com a promessa de mudar a forma como as pessoas interagem com os computadores. O Leap é um acessório que, conectado por meio da porta USB, usa uma câmera e sensores infravermelhos para detectar os movimentos do usuário e transformá-los em comandos para programas instalados no computador.
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Leap permite controlar o computador com a ponta dos dedos
O produto foi um sucesso e vendeu 8 milhões de unidades nos primeiros 60 dias. Em fevereiro de 2012, a Microsoft resolveu apostar em uma versão do produto para funcionar com o Windows, sistema operacional para PCs – mesmo alvo de David Holz e Michael Buchwald, dois empreendedores do Vale do Silício (EUA), ao iniciar ao fundar a Leap Motion há quatro anos.
Segundo Buchwald, o Leap identifica o movimento dos 10 dedos individualmente em um espaço de interação 3D de 0,22 metro cúbico. A tecnologia por trás do dispositivo, segundo a empresa, torna o produto 200 vezes mais preciso do que o Kinect. “Nossa tecnologia é a única focada em trazer o controle por gestos para o computador, em vez de tentar adaptar o que foi desenvolvido para TV”, disse Buchwald, em entrevista ao iG. Confira no vídeo (em inglês) abaixo uma demonstração de como o Leap funciona:
O Leap funciona em computadores com Windows, MacOS e, em breve, terá suporte para Linux. O objetivo de longo prazo, porém, é permitir que os usuários interajam por meio de gestos com carros, eletrodomésticos, smartphones, tablets e outros dispositivos. “Nossa visão é de que, em um futuro próximo, nossa tecnologia possa ser usada na maioria dos eletrônicos”, diz Buchwald.
O potencial da Leap Motion atraiu investidores. Até o momento, a empresa já captou US$ 14,5 milhões (cerca de R$ 29,4 milhões) em investimentos de venture capital e também investidores-anjo. Uma das empresas, a Highland Capital, anunciou na última segunda-feira (17) que um de seus principais executivos, Andy Miller, será o novo presidente e diretor de operações da Leap Motion. Miller era chefe da plataforma de publicidade da Apple, chamada iAd, até agosto de 2011.
Preço baixo deve atrair público
Além da precisão, outro fator aumenta as chances do Leap contra o Kinect para Windows: o preço. O aparelho, que já está em pré-venda, custa US$ 70 (cerca de R$ 142), enquanto o Kinect para Windows custa US$ 250 (cerca de R$ 508) nos EUA. O produto, ainda em fase de produção, começará a ser entregue a partir de dezembro de 2012. A empresa não divulga quantas unidades do Leap já foram encomendadas.
“Adotamos um método de detecção de movimentos bastante baseado em software e o dispositivo, em si, é simples, o que nos permite oferecer uma tecnologia mais avançada, mas por um preço mais baixo”, diz Buchwald.
No Brasil, é possível encomendar o Leap por meio do site oficial, mas o valor do produto pode subir por conta de taxas de envio internacional e impostos. A Microsoft, por outro lado, já vende oficialmente o Kinect para Windows no Brasil desde junho por R$ 1 mil, o dobro do preço cobrado nos EUA, por conta de custos de importação e da alta carga tributária no País.
Em busca de aplicativos
O produto chegará em breve às mãos dos consumidores, mas ainda faltam aplicativos que suportem a interação por gestos. Encontrar desenvolvedores para criar novos aplicativos ou ajustar os já existentes para a tecnologia é um dos maiores desafios, tanto para a Leap Motion, como para a Microsoft. “Estamos distribuindo milhares de kits de desenvolvimento para os interessados”, diz Buchwald.
No início de 2012, a Microsoft lançou o primeiro kit de desenvolvimento oficial do Kinect para Windows, compatível com Windows 7. Com o uso do kit, os desenvolvedores podem criar aplicativos acionados por gestos para empresas ou usuários domésticos. Até o momento, no entanto, ainda não existe uma loja de aplicativos do Kinect para Windows.
A Leap Motion também pretende liberar, junto com o lançamento oficial do produto, em dezembro, uma loja de aplicativos própria, onde os desenvolvedores poderão oferecer seus programas aos usuários. “Estamos empolgados com as ideias que os desenvolvedores têm enviado ao pedir acesso ao nosso kit de desenvolvimento”, diz Buchwald.
Para a elaboração do ranking foram considerados sete itens: o espaço verdade; a expansão da cidade; o acesso à natureza; o acesso cultural; a conectividade; o isolamento; e a poluição. Alguns itens são considerados negativos para a vida urbana, como a expansão da cidade, que dificulta bastante a vida e, inclusive, aumenta os custos, como os de transporte. Outros, por outro lado, são positivos, como o espaço verde, que contribui para uma melhora na qualidade de vida.
As mais agradáveis
No topo da lista ficou Hong Kong (China), seguida por Amsterdã (Holanda), Osaka (Japão) e Paris (França). Além de São Paulo e Rio de Janeiro, também entraram no ranking outras cidades da América Latina, como Buenos Aires (Argentina) que ficou na 26° posição e Santiago (Chile), na 31° posição.
Lima (Peru) também entrou na lista, ficando mais bem posicionada do que as cidades brasileiras, na 35º posição. Por outro lado, as últimas posições ficaram com Dacar (Senegal), Abidjan (Costa do Marfim), Dhaka (Bangladesh), Lagos (Nigéria) e Harare (Zimbábue).
Veja as 10 cidades mais agradáveis para se viver:
1° - Hong Kong (China)
2° - Amsterdã (Holanda)
3° - Osaka (Japão)
4° - Paris(França)
5° - Sydney (Austrália)
6° - Estocolmo (Suécia)
7° - Berlim (Alemanha)
8° - Toronto (Canadá)
9° - Munique (Alemanha)
10° - Tóquio (Japão)
36° - São Paulo (Brasil)
42° - Rio de Janeiro (Brasil)
Fonte: EIU
Pesquisadores do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts, descobriram um novo sistema composto por dois planetas. Kepler-36, como ficou conhecido, chamou a atenção dos astrônomos por conta da proximidade entre os dois planetas. "Eles estão mais próximos um do outro do que qualquer sistema planetário que já encontramos", afirmou o Eric Agol, pesquisador da University de Washington.
Os dois planetas orbitam ao redor de uma estrela parecida com o Sol, mas muito mais velha. O planeta interno, chamado Kepler-36b, é um astro rochoso com 1,5 vez o raio e 4,5 vezes a massa da Terra. O outro planeta, Kepler-36c, que aparece por inteiro na reprodução do sistema criada pelo artista David Aguilar, é um astro gasoso, com 3,7 vezes o raio e 8 vezes a massa da Terra.
A cada 97 dias os dois planetas passam por uma conjunção em que ficam a uma distância 5 vezes menor que a que separa a Terra da Lua. Como o planeta Kepler-36c é muito maior que a Lua, a vista dessa conjunção é espetacular, segundo os pesquisadores.
A equipe de astrônomos estuda agora os motivos que fizeram com que dois planetas tão diferentes fossem acabar tão próximos um do outro. No nosso sistema solar, os planetas rochosos ficam próximos do Sol, enquanto os gasoso ficam mais distantes. No sistema Kepler-36, os dois astros estão bem próximos de sua estrela.
Embora o sistema Kepler-36 seja o primeiro a apresentar tamanha proximidade entre os planetas, pesquisadores acreditam que ele não será o único. A descoberta foi publicada na mais recente edição da revista Science Express.
(publicado na Época)
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