caraças, como o headshot engana!!!
vendo a lulihbh diria até que parece interessante,mas no corpo inteiro.........
desculpe a sinceridade, esta indo so pra voce, mas tinha que escrever.
bjs,
cesar
sábado, janeiro 29, 2005
sexta-feira, janeiro 28, 2005
Elegancia
reenviado
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada. É possível detecta-lá nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E, quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. É possível debitá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz não se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante, você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza. Atitudes gentis, falam mais que mil imagens. Abrir a porta para alguém é muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante. Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma. Oferecer ajuda é muito elegante.
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação mas tentar limitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras". Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. (Toulouse Lautrec)
(postado por Alejandra no Orkut)
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada. É possível detecta-lá nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E, quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca. É possível debitá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz não se dirigir a frentistas. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante, você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza. Atitudes gentis, falam mais que mil imagens. Abrir a porta para alguém é muito elegante. Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante. Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma. Oferecer ajuda é muito elegante.
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação mas tentar limitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras". Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso. (Toulouse Lautrec)
(postado por Alejandra no Orkut)
quarta-feira, janeiro 26, 2005
Editau
reenviado
(Nominímo Weblog do Pedro Doria, e-mail que circula no Itamarati)
NUM FALEMO MAIS INGRES NEM PURTUGUÊS
Instituto Rio-Branco: Prova de Ingreço de 2005
Editau
Após anus de opressão e elitismo, em que os futuro dipromata era obrigado a saber falar ingrês e a conhecer coisas inúteis comu purtuguês bem iscrivinhado, relações internacional, economia e história para poderem melhor representar noço povo simplis e sufrido, o Itamarati decidiu que era hora de abrir seus portão a todos que desejar se juntar-se ao novo Ministério, agora em reconstrução sob lideranças iluminada.
Comu a Lei, nem sempre democrática, impede imprantar um çistema de çorteio das vaga pela Loteria Federal ou pela Loterj do companheiro Waldomiro, entendemo que o ezame deveria ser revisto.
Com isso, paçam a valer as seguinte regra:
1. Todo companheiro brasileiro que deseje ser dipromata precizará de apenas paçar na porta do Instituto Rio-Branco e apresentar a carteira do PT;
2. Será feito um inzame de selessão em que estão proibida questão para saber mais do que um companheiro do curso médio ou um torneiro;
3. Candidato que obtenham notas elevada em qualquer uma dessas matéria serão considerado sob observação, até que comprove que anus de istudo não fizeram dele um burguês;
4. Não poderão ser eliminado candidatos que inguinorem o inglês, o francês, o espanhol, economia básica, direito básico e história além do necessário para uzo diario e, sobretudo, o purtuguês. Afinal, todos sabe de que numa sociedade tão injusta é absurdo de cobrar escolaridade dos futuro dipromata. E, de qualquer modo, tudo isso se aprende, se necessário for.
5. Fica proibido tentar examinar a capacidade oral do candidato de se expressar-se de forma apenas inteligível.
6. Fica proibido reprovar candidatos que tire zero em qualquer das prova, ou mesmo em todas as provas se ele for crioulo, indio, mulato, boiola, sapatona, petista, monoglota, troglodita ou de Garanhuns;
7. Reconhecendo que esses jovens talento representa muito melhor os interesses nacional do que essa gentinha influenciada pelas cultura dos istrangeiro, os chefe da Casa se compromete desde agora a por nos seus gabinete essses valorosos companheiros monoglotas.
8. O Itamarati fez acordo de coperassão com o Instituto de Ensino Superior Tabajara onde, sob a direção do Professor Creysson, nossos futuro Embaixador poderão iniciar sua formação.
(Nominímo Weblog do Pedro Doria, e-mail que circula no Itamarati)
NUM FALEMO MAIS INGRES NEM PURTUGUÊS
Instituto Rio-Branco: Prova de Ingreço de 2005
Editau
Após anus de opressão e elitismo, em que os futuro dipromata era obrigado a saber falar ingrês e a conhecer coisas inúteis comu purtuguês bem iscrivinhado, relações internacional, economia e história para poderem melhor representar noço povo simplis e sufrido, o Itamarati decidiu que era hora de abrir seus portão a todos que desejar se juntar-se ao novo Ministério, agora em reconstrução sob lideranças iluminada.
Comu a Lei, nem sempre democrática, impede imprantar um çistema de çorteio das vaga pela Loteria Federal ou pela Loterj do companheiro Waldomiro, entendemo que o ezame deveria ser revisto.
Com isso, paçam a valer as seguinte regra:
1. Todo companheiro brasileiro que deseje ser dipromata precizará de apenas paçar na porta do Instituto Rio-Branco e apresentar a carteira do PT;
2. Será feito um inzame de selessão em que estão proibida questão para saber mais do que um companheiro do curso médio ou um torneiro;
3. Candidato que obtenham notas elevada em qualquer uma dessas matéria serão considerado sob observação, até que comprove que anus de istudo não fizeram dele um burguês;
4. Não poderão ser eliminado candidatos que inguinorem o inglês, o francês, o espanhol, economia básica, direito básico e história além do necessário para uzo diario e, sobretudo, o purtuguês. Afinal, todos sabe de que numa sociedade tão injusta é absurdo de cobrar escolaridade dos futuro dipromata. E, de qualquer modo, tudo isso se aprende, se necessário for.
5. Fica proibido tentar examinar a capacidade oral do candidato de se expressar-se de forma apenas inteligível.
6. Fica proibido reprovar candidatos que tire zero em qualquer das prova, ou mesmo em todas as provas se ele for crioulo, indio, mulato, boiola, sapatona, petista, monoglota, troglodita ou de Garanhuns;
7. Reconhecendo que esses jovens talento representa muito melhor os interesses nacional do que essa gentinha influenciada pelas cultura dos istrangeiro, os chefe da Casa se compromete desde agora a por nos seus gabinete essses valorosos companheiros monoglotas.
8. O Itamarati fez acordo de coperassão com o Instituto de Ensino Superior Tabajara onde, sob a direção do Professor Creysson, nossos futuro Embaixador poderão iniciar sua formação.
terça-feira, janeiro 25, 2005
Marcia
Sergio,
tentei falar com a MM durante todo o dia de hoje sem sucesso. Ou ela esta com o celular desligado ou esta fora de área em Maua.
Tentarei novamente amanhã e caso consiga me comunico com voce; se não conseguir, desisto.
abs,
cesar
tentei falar com a MM durante todo o dia de hoje sem sucesso. Ou ela esta com o celular desligado ou esta fora de área em Maua.
Tentarei novamente amanhã e caso consiga me comunico com voce; se não conseguir, desisto.
abs,
cesar
quinta-feira, janeiro 20, 2005
Re: Nina.jpg
Santinha,
ainda bem que é femea porque se fosse macho diria que tem cara de viado.
voce anda sumida,próximo sabado quero ver se conheço o Palaphitas ai perto da sua casa. (não me pergunte o que uma coisa tem a ver com a outra)
bjs,
cesar
ainda bem que é femea porque se fosse macho diria que tem cara de viado.
voce anda sumida,próximo sabado quero ver se conheço o Palaphitas ai perto da sua casa. (não me pergunte o que uma coisa tem a ver com a outra)
bjs,
cesar
sábado, janeiro 15, 2005
sexta-feira, janeiro 14, 2005
Re: HEEELP
poxaaaa me atrasei nessa.
ia lhe perguntar se voce preferia conversar ou fazer bagunça mas ja vi que voce fez as duas.
fique bem, bjs,
cesar
ia lhe perguntar se voce preferia conversar ou fazer bagunça mas ja vi que voce fez as duas.
fique bem, bjs,
cesar
terça-feira, janeiro 11, 2005
à propos
reenviado
Vou-me embora pro passado
Lá sou amigo do rei
Lá tem coisas "daqui, ó!"
Roy Rogers, Buck Jones
Rock Lane, Dóris Day
Vou-me embora pro passado.
Vou-me embora pro passado
Porque lá, é outro astral
Lá tem carros Vemaguet
Jeep Willis, Maverick
Tem Gordini, tem Buick
Tem Candango e tem Rural.
Lá dançarei Twist
Hully-Gully, Iê-iê-iê
Lá é uma brasa mora!
Só você vendo pra crê
Assistirei Rin Tin Tin
Ou mesmo Jeannie é um Gênio
Vestirei calças de Nycron
Faroeste ou Durabem
Tecidos sanforizados
Tergal, Percal e Banlon
Verei lances de anágua
Combinação, califon
Escutarei Al Di Lá
Dominique Nique Nique
Me fartarei de Grapette
Na farra dos piqueniques
Vou-me embora pro passado.
No passado tem Jerônimo
Aquele Herói do Sertão
Tem Coronel Ludogero
Com Otrope em discussão
Tem passeio de Lambreta
De Vespa, de Berlineta
Marinete e Lotação.
Quando toca Pata Pata
Cantam a versão musical
"Tá Com a Pulga na Cueca"
E dançam a música sapeca
Ô Papa Hum Mau Mau
Tem a turma prafrentex
Cantando Banho de Lua
Tem bundeira e piniqueira
Dando sopa pela rua
Vou-me embora pro passado.
Vou-me embora pro passado
Que o passado é bom demais!
Lá tem meninas "quebrando"
Ao cruzar com um rapaz
Elas cheiram a Pó de Arroz
Da Cachemere Bouquet
Coty ou Royal Briar
Colocam Rouge e Laquê
English Lavanda Atkinsons
Ou Helena Rubinstein
Saem de saia plissada
Ou de vestido Tubinho
Com jeitinho encabulado
Flertando bem de fininho.
E lá no cinema Rex
Se vê broto a namorar
De mão dada com o guri
Com vestido de organdi
Com gola de tafetá.
Os homens lá do passado
Só andam tudo tinindo
De linho Diagonal
Camisas Lunfor, a tal
Sapato Clark de cromo
Ou Passo-Doble esportivo
Ou Fox do bico fino
De camisas Volta ao Mundo
Caneta Sheaffers no bolso
Ou Parker 51
Só cheirando a Áqua Velva
A sabonete Gessy
Ou Lifebouy, Eucalol
E junto com o espelhinho
Pente Pantera ou Flamengo
E uma trunfinha no quengo
Cintilante como o sol.
Vou-me embora pro passado
Lá tem tudo que há de bom!
Os mais velhos inda usam
Sapatos branco e marrom
E chapéu de aba larga
Ramenzone ou Cury Luxo
Ouvindo Besame Mucho
Solfejando a meio tom.
No passado é outra história!
Outra civilização...
Tem Alvarenga e Ranchinho
Tem Jararaca e Ratinho
Aprontando a gozação
Tem assustado à Vermuth
Ao som de Valdir Calmon
Tem Long-Play da Mocambo
Mas Rosenblit é o bom
Tem Albertinho Limonta
Tem também Mamãe Dolores
Marcelino Pão e Vinho
Tem Bat Masterson, tem Lassie
Túnel do Tempo, tem Zorro
Não se vê tantos horrores.
Lá no passado tem corso
Lança perfume Rodouro
Geladeira Kelvinator
Tem rádio com olho mágico
ABC a voz de ouro
Se ouve Carlos Galhardo
Em Audições Musicais
Piano ao cair da tarde
Cancioneiro de Sucesso
Tem também Repórter Esso
Com notícias atuais.
Tem petisqueiro e bufê
Junto à mesa de jantar
Tem bisquit e bibelô
Tem louça de toda cor
Bule de ágata, alguidar
Se brinca de cabra cega
De drama, de garrafão
Camoniboi, balinheira
De rolimã na ladeira
De rasteira e de pinhão.
Lá, também tem radiola
De madeira e baquelita
Lá se faz caligrafia
Pra modelar a escrita
Se estuda a tabuada
De Teobaldo Miranda
Ou na Cartilha do Povo
Lendo Vovô Viu o Ovo
E a palmatória é quem manda.
Tem na revista O Cruzeiro
A beleza feminina
Tem misse botando banca
Com seu maiô de elanca
O famoso Catalina
Tem cigarros Yolanda
Continental e Astória
Tem o Conga Sete Vidas
Tem brilhantina Glostora
Escovas Tek, Frisante
Relógio Eterna Matic
Com 24 rubis
Pontual a toda hora.
Se ouve página sonora
Na voz de Angela Maria
"- Será que sou feia?
- Não é não senhor!
- Então eu sou linda?
- Você é um amor!..."
Quando não querem a paquera
Mulheres falam: "Passando,
Que é pra não enganchar!"
"Achou ruim dê um jeitim!"
"Pise na flor e amasse!"
E AI e POFE! e quizila
Mas o homem não cochila
Passa o pano com o olhar
Se ela toma Postafen
Que é pra bunda aumentar
Ele empina o polegar
Faz sinal de "tudo X"
E sai dizendo "Ô Maré!
Todo boy, mancando o pé
Insistindo em conquistar.
No passado tem remédio
Pra quando se precisar
Lá tem Doutor de família
Que tem prazer de curar
Lá tem Água Rubinat
Mel Poejo e Asmapan
Bromil e Capivarol
Arnica, Phimatosan
Regulador Xavier
Tem Saúde da Mulher
Tem Aguardente Alemã
Tem também Capiloton
Pentid e Terebentina
Xarope de Limão Brabo
Píluas de Vida do Dr. Ross
Tem também aqui pra nós
Uma tal Robusterina
A saúde feminina.
Vou-me embora pro passado
Pra não viver sufocado
Pra não morrer poluído
Pra não morar enjaulado
Lá não se vê violência
Nem droga nem tanto mau
Não se vê tanto barulho
Nem asfalto nem entulho
No passado é outro astral
Se eu tiver qualquer saudade
Escreverei pro presente
E quando eu estiver cansado
Da jornada, do batente
Terei uma cama Patente
Daquelas do selo azul
Num quarto calmo e seguro
Onde ali descansarei
Lá sou amigo do rei
Lá, tem muito mais futuro
Vou-me embora pro passado.
Jessier Quirino (paraibano, arquiteto e poeta nas horas vagas, mora atualmente em Itabaiana)
sexta-feira, janeiro 07, 2005
Pé Frio
reenviado
deu hoje no IG;
O jornal La Nación, de Buenos Aires, conta nesta sexta-feira a história do argentino que sobreviveu a um terremoto, aos ataques de 11 de setembro de 2001 e, agora, aos tsunamis na Ásia.
Jorge Fallus, de 62 anos, estava na Cidade do México em 1985 quando um terremoto matou 30 mil pessoas. Em 2001, ele estava perto do World Trade Center, em Nova York, durante os atentados.
Na semana passada, Fallus estava em Phuket, na Tailândia, passando as férias quando a cidade foi atingida por um tsunami.
Fallus diz ao jornal que, depois de 35 anos passando as férias sempre no Brasil, decidiu justamente neste ano ano variar um pouquinho e experimentar a Tailândia, onde chegou com sua família na noite anterior à tragédia.
“Meus amigos me dizem: Avise onde você vai passar as férias, que a gente vai para o outro lado”, disse Fallus ao La Nación.
LANACION
espero que ele nunca ouça falar de Resende.
deu hoje no IG;
O jornal La Nación, de Buenos Aires, conta nesta sexta-feira a história do argentino que sobreviveu a um terremoto, aos ataques de 11 de setembro de 2001 e, agora, aos tsunamis na Ásia.
Jorge Fallus, de 62 anos, estava na Cidade do México em 1985 quando um terremoto matou 30 mil pessoas. Em 2001, ele estava perto do World Trade Center, em Nova York, durante os atentados.
Na semana passada, Fallus estava em Phuket, na Tailândia, passando as férias quando a cidade foi atingida por um tsunami.
Fallus diz ao jornal que, depois de 35 anos passando as férias sempre no Brasil, decidiu justamente neste ano ano variar um pouquinho e experimentar a Tailândia, onde chegou com sua família na noite anterior à tragédia.
“Meus amigos me dizem: Avise onde você vai passar as férias, que a gente vai para o outro lado”, disse Fallus ao La Nación.
LANACION
espero que ele nunca ouça falar de Resende.
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