Lidissima! divertida , alegre e e a trilha é maravilhosa. Beijo pra voce
ps: por favor, voce poderia contribuir na minha enquete com sua opinião? se prefere faça secretamente, mas vote; esta enquete sobre o Malandro Vadinho é importantíssima - assim podemos mudar or rumos do mundo.
Amo esse filme... uma das melhores adaptações de Shakespeare para o cinema, na minha opinião. Denzel gato demais com camisa branca bufante... Ema Thompson e Keneth Branagh dando um banho.
Ontem vi uma versão recente pra cinema do Mercador de Veneza (apesar de eu gostar muito da versão como o Orson Welles) essa nova tem meu ídolo Al Pacino, arrasando no papel de Shylock. A interpretação dele sózinha, incinerando a aura anti semita do enredo.
Como era de se esperar. Eu estava meio cabreira com alguns comentários que li sobre Mercador de Veneza, mas vou ver depois da sua recomendação. Mas acho que a aura antisemita teria que ser preservada, se pretendem respeitar o oringinal e a época em que foi escrito. Ignorá-la seria o mesmo que abolir de uma peça passada nos Sul dos Estados Unidos o racismo.
Sonia... vc vai entender quando assitir.. O que eu quis dizer 'e que na maioria das representações que eu vi dessa peça, Shylock é retratado como o estereotípico judeu sovina, usurário, rancoroso e vingativo. Uma espécie de Scrooge shakespeareano. Os atores, até mesmo na versão do Welles, caem um pouco na caricatura e no estereótipo quando dão vida a Shylock. Pacino emprestou a ele uma humanidade extraordinária. Mesmo em suas ações rancorosas e vingativas, enxerga-se nos olhos a dor, as cicatrizes e o estigma de uma raça perseguida secularmente. Na hora que Shylock enfrenta os adversários com aquele bifão maravilhoso (esses momentos brilhantes de Shakespeare) sobre como no fundo somos feitos da mesma carne, e sangue, e sentimos do mesmo jeito... eu cai no choro! Ser tivesse visto no cinema, acho que eu levantaria e aplaudiria de pé que nem uma tonta.
Eu adoro a Ema Thompson... o Keneth, eu gosto muito, mas ele tem seus altos e baixos. Especialmente quando faz Shakespeare. Por exemplo, ele fez o melhor Ricardo III mas o Hamlet dele foi chato, chato, chato, chato! (ok... ca entre nos Hamlet é um cara chato mesmo - e eu tenho um amigo que me crucifica por dizer isso - por isso precisa de nuances pra não ficar monótono)
Agora entendo. Eu também me comovia com certos traços de Shylock. Em coisa pequenas, por exemplo, como a tristeza ao saber que filha trocou não lembro bem o quê, que ele lhe dera, por um macaquinho. A dor de pai está presente o tempo todo. Para mim Shylock não é um personagem caricato, nem deveria ser representado como tal. Agora mesmo é que não perco o filme por nada.
10 comentários:
Lidissima! divertida , alegre e e a trilha é maravilhosa.
Beijo pra voce
ps: por favor, voce poderia contribuir na minha enquete com sua opinião?
se prefere faça secretamente, mas vote; esta enquete sobre o Malandro Vadinho é importantíssima - assim podemos mudar or rumos do mundo.
Maravilhosa. Mas a tradução tinha cada furo...
E UM FILME MUITO BOM MESMO
beijos, Imperador
Amo esse filme... uma das melhores adaptações de Shakespeare para o cinema, na minha opinião. Denzel gato demais com camisa branca bufante... Ema Thompson e Keneth Branagh dando um banho.
Ontem vi uma versão recente pra cinema do Mercador de Veneza (apesar de eu gostar muito da versão como o Orson Welles) essa nova tem meu ídolo Al Pacino, arrasando no papel de Shylock. A interpretação dele sózinha, incinerando a aura anti semita do enredo.
Como era de se esperar.
Eu estava meio cabreira com alguns comentários que li sobre Mercador de Veneza, mas vou ver depois da sua recomendação. Mas acho que a aura antisemita teria que ser preservada, se pretendem respeitar o oringinal e a época em que foi escrito. Ignorá-la seria o mesmo que abolir de uma peça passada nos Sul dos Estados Unidos o racismo.
Sonia... vc vai entender quando assitir.. O que eu quis dizer 'e que na maioria das representações que eu vi dessa peça, Shylock é retratado como o estereotípico judeu sovina, usurário, rancoroso e vingativo. Uma espécie de Scrooge shakespeareano.
Os atores, até mesmo na versão do Welles, caem um pouco na caricatura e no estereótipo quando dão vida a Shylock.
Pacino emprestou a ele uma humanidade extraordinária. Mesmo em suas ações rancorosas e vingativas, enxerga-se nos olhos a dor, as cicatrizes e o estigma de uma raça perseguida secularmente.
Na hora que Shylock enfrenta os adversários com aquele bifão maravilhoso (esses momentos brilhantes de Shakespeare) sobre como no fundo somos feitos da mesma carne, e sangue, e sentimos do mesmo jeito... eu cai no choro!
Ser tivesse visto no cinema, acho que eu levantaria e aplaudiria de pé que nem uma tonta.
Eu adoro a Ema Thompson... o Keneth, eu gosto muito, mas ele tem seus altos e baixos. Especialmente quando faz Shakespeare. Por exemplo, ele fez o melhor Ricardo III mas o Hamlet dele foi chato, chato, chato, chato! (ok... ca entre nos Hamlet é um cara chato mesmo - e eu tenho um amigo que me crucifica por dizer isso - por isso precisa de nuances pra não ficar monótono)
Agora entendo. Eu também me comovia com certos traços de Shylock. Em coisa pequenas, por exemplo, como a tristeza ao saber que filha trocou não lembro bem o quê, que ele lhe dera, por um macaquinho. A dor de pai está presente o tempo todo. Para mim Shylock não é um personagem caricato, nem deveria ser representado como tal. Agora mesmo é que não perco o filme por nada.
Vi umas duas ou três vezes. Nem preciso dizer que gostei.mas prefiro a daptação do Al Pacino de Henrique
V.
bjs, Marcia L
O Henrique V de Al Pacino é perfeito.
Postar um comentário