Também sinto tanta saudade dos tempos de colégio. Meu maior presente de final de ano aconteceu na semana passada, quando conseguimos juntar 27 colegas de Colégio Sacre Coeur, 40 anos depois. Foi o máximo dos máximos.
Pois saiba, Vera, que minhas maiores amigas, há 61 anos, são 3 colegas do Sion. Nunca passamos mais de um mês sem nos vermos. E de vez em quando há um almoço de fim de ano reunindo todas as que conseguimos contatar.
Parte do Sion é gente: é o eletricista, o carpinteiro, o pessoal da portaria e da limpeza, a administração, o inspetor, o coordenador, a direção, o aluno, o professor. Outra parte é esse prédio imenso e florado, que já vem com a nostalgia embutida, que impõe uma saudade do Cosme Velho, quando ainda nem se pegou o túnel.
Parte do Sion é matéria. A outra parte é espírito: espírito científico, espírito artístico, espírito esportivo, espírito religioso. Portanto, em matéria de espírito, o Sion não é parte; é todo.
engraçado como ex-alunos do Sion, Sacre Coeur, São Bento, Jacobina, Santo Inacio, adquirem uma espécie de carimbo que os identificam pelo resto da vida.
Digo que hoje somos as vieilles jeunes-filles de Sion. Estou tentando, mas não consigo, incluir uma foto das jeunes-filles, que está no meu álbum Meus 70 anos bem vividos.
Nao Sonia..nao foi Jacobina Não..depois do primeiro ano Clássico, eu fui para Petropoilis ,lembra que foi na classe violette listeré///////////////////////////pois é ..vcs foram ate violette unie juntas! Eu estava dando muito trabalho, e minha mae entrou num acordo com Mère Alvaro que era cupincha dela e de todas as Boavistas
Então é você a Ana Maria Moscoso? Devo estar ficando loura, já que não entendi sua reply acima, em que diz "ei-la". Lembro-me bem de você, parece até que a estou vendo diante de mim.
nunca mais soube de ninguem..a nao ser da Léa (Lemgruber depois),porque nossas filhas foram do SÀo Patricio juntas...tAinda antes de me casar Vi muito Marilia Pinto e Adail Barros durante os veroes em Petropolis..o resto sumiu mesmo..e gente ate de outras turmas ..mas da minha mesmo ninguem
Minhas amigas inseparáveis ainda são, até hoje, Solange, Marly e Lia. Outras eu vejo com menos freqüência. No último almoço comemorativo vieram até algumas que moram no exterior.
Ô, César, quando tomamos uns chopes na semana passada descobrimos que temos parentes e amigos em comum, que moramos ambos na rua Cesário Alvim, conhecemos Arraial do Cabo, e agora mais esta, sua amiga Ana foi minha colega de colégio. Precisamos urgentemente tomar outros chopes, faremos novas descobertas (prum chope qualquer desculpa serve, né?). E desta vez não vamos aceitar desculpas da Vera, não é?
Muito legal..mas o post do nosso Imperador aqui..virou batepapo de Sion..Eu estava me lembrando do baile de formatura do ginasio (classe multicor) no Copacabana Palace e os conselhos..kkkkkk da Mère
você mesma respondeu à pergunta sobre "carimbo ou estigma". Tenho inveja de meus filhos que acordavam cedinho todo sábado (e eu também, para leva-los) loucos para ir ao colégio - manhã de esportes. Eu, só ia ao CSI, fora dia de aula, obrigado, como na missa de domingo, com uniforme de gala - arghh!
minha turma fez isso nos 30 anos e, a partir daí, criaram um grupo no Yahoo chamado Orfãos de Gil (aquele padre pedófilo), uma ONG que ajuda crianças numa favela, festa no Jockey nos 40 anos, e encontros anuais no Rio e São Paulo.
se a memória não me falha foram...muitos chopps. como diz a Carmen, o Rio é uma ervilha. Não sei como não nos conhecemos na Cesario tendo tido tantos vizinhos em comum - acho que as pessoas que la moraram, ficaram por muito tempo - no caso de minha família, quase 50 anos.
Como já contei aqui, tive uma vida cigana. A Cesário Alvim, que figura em alguns textos do meu irmão Sergio, era meu recorde de permanência, cerca de 12 anos. Agora que estava pronta para bater esse recorde, acho que vou ter que me mudar mais uma vez.
Acho que, para a época, o Sion era o mais moderninho deles. Para escândalo da minha mãe, foi a professora de literatura francesa lá do Sion, no último ano do clássico, que nos aconselhou a ler Simone de Beauvoir. Certos defeitos que imputam aos colégio religiosos eram os de toda a sociedde da época. O Instituto de Educação, escola pública e leiga, era muito mais conservador.
E eu aqui, feliz da vida de ter perguntado, alguns replies acima, se a Baronesa conhecia uma tal de Anna Maria Moscoso... É uma felicidade só, poder fazer parte desse reencontro. beijos para as duas
beijos e nos encontraremos um dia..na mesa,sem duvidas vcs reconhecerao a menina que M`ere Delphine batia nas costa com o claque -claque dela dizendo "pas de costas redondos" Agora na cama..................isso n~ao se aprende na escola.kkkkk' Devemos o aprendizado aos meninos do Antonio Vieira ,do Santo Inacio e sei l'a mais o que, talvez o Mello e Souza. Sonia,cigana tenho sido eu...nos ultimos 15 anos parei em Houston...ate quando s'o Deus sabe... beijos para os tres We survived catholic schools.................
Gente, me deu até vontade de incluir os meus mais novos e queridos contatos (todas enfants du sacre coeur), que se reencontraram após 40 anos. Incluí algumas como meus contatos, apresentei o Multi para elas e até criamos um grupo, só de Enfants du Sacre Coeur. Elas estão se esbaldando e os comentários, são deliciosos. Se somarmos as experiências dessas duas enfants du sion com as nossas, nossa querida Baronesa podia escrever um livro!!!!!!!!!!!!!!!!!! beijos aos participantes do post, como diz a Anna, survivors from catholic schools.
34 comentários:
Sabe que sinto saudades dos tempos do meu colégio?
Também sinto tanta saudade dos tempos de colégio. Meu maior presente de final de ano aconteceu na semana passada, quando conseguimos juntar 27 colegas de Colégio Sacre Coeur, 40 anos depois. Foi o máximo dos máximos.
Pois saiba, Vera, que minhas maiores amigas, há 61 anos, são 3 colegas do Sion. Nunca passamos mais de um mês sem nos vermos. E de vez em quando há um almoço de fim de ano reunindo todas as que conseguimos contatar.
Que maravilha isso, Baronesa. Falando em colégio Sion, por acaso você teve uma colega chamada Anna Maria Moscoso?
Ei-la......kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu tenho uma saudade mortal do Cosme Velho,de enlouquecer as soeurs e m`eres..mas isso em retrospecto...
Parte do Sion é gente: é o eletricista, o carpinteiro, o pessoal da portaria e da limpeza, a administração, o inspetor, o coordenador, a direção, o aluno, o professor. Outra parte é esse prédio imenso e florado, que já vem com a nostalgia embutida, que impõe uma saudade do Cosme Velho, quando ainda nem se pegou o túnel.
Parte do Sion é matéria. A outra parte é espírito: espírito científico, espírito artístico, espírito esportivo, espírito religioso. Portanto, em matéria de espírito, o Sion não é parte; é todo.
engraçado como ex-alunos do Sion, Sacre Coeur, São Bento, Jacobina, Santo Inacio, adquirem uma espécie de carimbo que os identificam pelo resto da vida.
Enfant de Sion...'e um carimbo ou um estigma?kkkkkkk
Agora estou eu perguntando aos meus botões: Será que você e a Baronesa foram colegas de colégio?
Foi minha colega de classe. Mas não terminou o curso conosco, acho que se transferiu para o Jacobina.
Digo que hoje somos as vieilles jeunes-filles de Sion. Estou tentando, mas não consigo, incluir uma foto das jeunes-filles, que está no meu álbum Meus 70 anos bem vividos.
Nao Sonia..nao foi Jacobina Não..depois do primeiro ano Clássico, eu fui para Petropoilis ,lembra que foi na classe violette listeré///////////////////////////pois é ..vcs foram ate violette unie juntas! Eu estava dando muito trabalho, e minha mae entrou num acordo com Mère Alvaro que era cupincha dela e de todas as Boavistas
Então é você a Ana Maria Moscoso? Devo estar ficando loura, já que não entendi sua reply acima, em que diz "ei-la". Lembro-me bem de você, parece até que a estou vendo diante de mim.
turma a ?
gorducha eu era..kkkkkk
nunca mais soube de ninguem..a nao ser da Léa (Lemgruber depois),porque nossas filhas foram do SÀo Patricio juntas...tAinda antes de me casar Vi muito Marilia Pinto e Adail Barros durante os veroes em Petropolis..o resto sumiu mesmo..e gente ate de outras turmas ..mas da minha mesmo ninguem
In Sion Firmata Sumus....
e a vida continuou fora da esfera das enfants..
Minhas amigas inseparáveis ainda são, até hoje, Solange, Marly e Lia. Outras eu vejo com menos freqüência. No último almoço comemorativo vieram até algumas que moram no exterior.
Ô, César, quando tomamos uns chopes na semana passada descobrimos que temos parentes e amigos em comum, que moramos ambos na rua Cesário Alvim, conhecemos Arraial do Cabo, e agora mais esta, sua amiga Ana foi minha colega de colégio. Precisamos urgentemente tomar outros chopes, faremos novas descobertas (prum chope qualquer desculpa serve, né?).
E desta vez não vamos aceitar desculpas da Vera, não é?
Muito legal..mas o post do nosso Imperador aqui..virou batepapo de Sion..Eu estava me lembrando do baile de formatura do ginasio (classe multicor) no Copacabana Palace e os conselhos..kkkkkk da Mère
Enfim..fechei a porta do Cosme Velho 30 ....kkkkkkkkkkkkkkk
por hoje e a seco em Houston Texas está dificil mesmo!
Mas post desta turma é assim mesmo, começa com um assunto, depois ninguém sabe onde vai parar. Vira papo de boteco.
você mesma respondeu à pergunta sobre "carimbo ou estigma". Tenho inveja de meus filhos que acordavam cedinho todo sábado (e eu também, para leva-los) loucos para ir ao colégio - manhã de esportes. Eu, só ia ao CSI, fora dia de aula, obrigado, como na missa de domingo, com uniforme de gala - arghh!
minha turma fez isso nos 30 anos e, a partir daí, criaram um grupo no Yahoo chamado Orfãos de Gil (aquele padre pedófilo), uma ONG que ajuda crianças numa favela, festa no Jockey nos 40 anos, e encontros anuais no Rio e São Paulo.
se a memória não me falha foram...muitos chopps.
como diz a Carmen, o Rio é uma ervilha. Não sei como não nos conhecemos na Cesario tendo tido tantos vizinhos em comum - acho que as pessoas que la moraram, ficaram por muito tempo - no caso de minha família, quase 50 anos.
segundo minha ex-mulher, enfant du Sacre Coeur, as freiras diziam que "a educação da mulher se vê na mesa e na cama". Na cama nunca explicaram como.
Como já contei aqui, tive uma vida cigana. A Cesário Alvim, que figura em alguns textos do meu irmão Sergio, era meu recorde de permanência, cerca de 12 anos. Agora que estava pronta para bater esse recorde, acho que vou ter que me mudar mais uma vez.
Acho que, para a época, o Sion era o mais moderninho deles. Para escândalo da minha mãe, foi a professora de literatura francesa lá do Sion, no último ano do clássico, que nos aconselhou a ler Simone de Beauvoir.
Certos defeitos que imputam aos colégio religiosos eram os de toda a sociedde da época. O Instituto de Educação, escola pública e leiga, era muito mais conservador.
E eu aqui, feliz da vida de ter perguntado, alguns replies acima, se a Baronesa conhecia uma tal de Anna Maria Moscoso... É uma felicidade só, poder fazer parte desse reencontro.
beijos para as duas
Eis uma Enfant du Sacre Coeur aqui presente... na mesa você me conhece... será que isso diz alguma coisa?????????????????
hehehehehehe
Pra você também, Vera, mas ainda está devendo um encontro.
beijos e nos encontraremos um dia..na mesa,sem duvidas vcs reconhecerao a menina que M`ere Delphine batia nas costa com o claque -claque dela dizendo "pas de costas redondos" Agora na cama..................isso n~ao se aprende na escola.kkkkk'
Devemos o aprendizado aos meninos do Antonio Vieira ,do Santo Inacio e sei l'a mais o que, talvez o Mello e Souza.
Sonia,cigana tenho sido eu...nos ultimos 15 anos parei em Houston...ate quando s'o Deus sabe...
beijos para os tres
We survived catholic schools.................
Gente, me deu até vontade de incluir os meus mais novos e queridos contatos (todas enfants du sacre coeur), que se reencontraram após 40 anos. Incluí algumas como meus contatos, apresentei o Multi para elas e até criamos um grupo, só de Enfants du Sacre Coeur. Elas estão se esbaldando e os comentários, são deliciosos. Se somarmos as experiências dessas duas enfants du sion com as nossas, nossa querida Baronesa podia escrever um livro!!!!!!!!!!!!!!!!!!
beijos aos participantes do post, como diz a Anna, survivors from catholic schools.
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