Conta-se que numa cidade do
interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da
aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos
biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar
onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas
moedas:
- uma grande de 400 réis e
- outra menor, de
2000 réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que
era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos
membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido
que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o não tão tolo assim. Ela vale
cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a
brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha
moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena
narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre
é.
A segunda :Quais eram os verdadeiros idiotas da
história?
Terceira : Se você for ganancioso, acaba estragando
sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é
:
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não
têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto,
o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, o que
realmente
somos.
"O maior prazer de um homem inteligente é bancar o
idiota diante de um
idiota que banca o inteligente".
quarta-feira, novembro 29, 2006
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4 comentários:
Adorei! Um grande ensinamento de uma forma muito simples.
Mais do nunca em tempos de oportunistas e hienas precisamos lembrar coisas saudáveis assim....
Beijo Comodoro!
Sensacional, Cesar! Adorei!!! Já repassei pra algumas listas de discussão das quais participo. Muito bom mesmo!
Grande abraço,
Oz
Olá César!
muito legal!
Todo esperto acaba nas mãos de um idiota!!!bjkas e uma linda semana
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