O livro é sensacional, uma grande e divertida farsa. Evidentemente aí não se busca a veracidade histórica, embora seja necessário conhecer bem a História para se chegar a esse resultado. O Chalaça, por exemplo, era casado e não poderia se casar com D. Amélia de Leuchtemberg, de quem foi secretário. Inclusive, em seu testamento, D. Amélia deixa alguma coisa para a mulher do Chalaça. O Torero escreveu também outra farsa histórica, Terra papagali, sobre os primeiros colonizadores do Brasil. Muito boa também, mas não tanto como O Chalaça. Você está me saindo um grande leitor, ein, César?
4 comentários:
O livro é sensacional, uma grande e divertida farsa. Evidentemente aí não se busca a veracidade histórica, embora seja necessário conhecer bem a História para se chegar a esse resultado. O Chalaça, por exemplo, era casado e não poderia se casar com D. Amélia de Leuchtemberg, de quem foi secretário. Inclusive, em seu testamento, D. Amélia deixa alguma coisa para a mulher do Chalaça. O Torero escreveu também outra farsa histórica, Terra papagali, sobre os primeiros colonizadores do Brasil. Muito boa também, mas não tanto como O Chalaça.
Você está me saindo um grande leitor, ein, César?
Sonia, sempre gostei mas não tinha tempo. Agora tenho. Mas gosto de leitura leve, nada de tratados filosóficos.
bjs,
cesar
Nem eu. Xô!
Livro super simpático. E divertido.
bjs, Marcia L
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