primeiro, Baronesa, estou com implicancia com as coisas dos USA, segundo estava achando os filmes americanos muito óbvios (ultimos foram Big Fish e Spanglish contra El Hijo de la Novia, The Dreamers, Love Actually e Shirley Valentine). como não entendo de tecnica de cinema minha opinião é sobre o que me agrada tanto visualmente quanto como enredo. bjs, cesar
E esse, para mim, é o único critério válido. Em música, literatura, cinema, artes plásticas. Não me importa o que digam os técnicos, gosto do que me dá prazer ler, ver, ouvir.
Cesar! Vc vais àqueles foruns de Porto Alegre? rsrs .Antiamericanismo!?!! Sai dessa, meu irmão. Política buschiana à parte! Essse vai pro brejo daqui a pouco.Conheço uma renomada antropóloga que, em certa época, só assistia à produção nacional (filmes) e quebrava o maior pau quando alguém tentava chamá-la à razão. Naquela ocasião os filmes brasileiros eram, em sua maioria, péssimos e ela acabava perdendo boa cultura e bom entretenimento. Cinema é cinema, ora bolas! vai perder filmes do Woody Aleen, Copolla, Houston (o genial de "Os Imorais" (que horror, estou perdendo a memória...) e tantos outros gênios cujos nomes tb esqueci agora. A produção cinematigráfica americana é no mínimo respeitável pela quantidade de oferta e recursos, então, sem preconceitos.Se assim fosse, ñunca mais veria filmes iranianos, mas gosto deles; são artísticos e inteligentes. O que esses diretores tem a ver com a posição fanática e absurda do atual governo (aliás, lamentável)? Só pra citar um exemplo. bjs, marcia L
Marcia, lógico que sempre assisti filmes americanos, mesmo porque a oferta praticamente obriga qualquer um a faze-lo. Não sou xiita (se o fosse teria perdido Crash) mas na resposta à Sonia dei exemplos do que tenho assistido e do que me agradou ultimamente. bjs, cesar
Em pimeiro lugar, desculpem-me pelos tétricos erros de ortografia, mas meu teclado já é velhusco e a letra diminuiu e não sei como aumentá-la. Tava meio brincando, Cesar. Acho que vc me fez lembrar do episódio da professora, mais do que do seu. Exagerei, mas é que me espantou a frase. bjs, Marcia L
Shirley Valentine e O filho da noiva são belas escolhas - os outros não vi, não posso opinar. O último que vi foi A casa vazia, não perca, tenho certeza de que vai gostar.
Ficha Técnica Título Original: Bin-jip Gênero: Drama Tempo de Duração: 95 minutos Ano de Lançamento (Coréia do Sul): 2004 Site Oficial: www.3ironmovie.com Estúdio: Cineclick Asia / Kim Ki-Duk Films Distribuição: Sony Pictures Classics / Imovision Direção: Kim Ki-Duk Roteiro: Kim Ki-Duk Produção: Kim Ki-Duk Música: Slvian Fotografia: Jang Seong-Back Desenho de Produção: Art Chungsol Edição: Kim Ki-Duk
Não porque os filmes americanos sejam ruins, a resposta da Márcia cita vários interessantes, mas porque não aguento mais aquela lógica e aquela mania deles de falarem de si mesmos o tempo todo.
Se alguém me vier com um "sequestro da filha do candidato a presidente e os perigos disso para a manutenção do regime democrático norte americano", eu digo "que morra", sabe?
Estou cansada deles, de saber da vida deles, de tudo deles. Eu quero saber de outras linguagens, de outros problemas, de outras angústias, de outras alegrias, principalmente de outra forma de pensar, de construir os personagens. Hoje em dia acho os roteiros clássicos do David Mamet um grande saco! Sim, Casa Vazia é sutil, suave, lindo. Outra linguagem, outra forma de ver a vida. É isto que me interessa.
Crash sem dúvidas é um bom filme. Mas há de ser ressaltado que apesar de passado em Los Angeles, o Cronenberg é canadense.
Mas, mesmo o diretor sendo canadense, a mania americana gruda como se fosse uma praga. Como não podia deixar de ser, vc reparou que todos os personagens "mauzinhos" tem direito a uma redenção? De alguma forma mostram tb a "bondade de que são capazes".
Este mania de "He Man" - ao final, uma mensagem - dos filmes americados ofendem a minha inteligência.
você escreveu exatamente o que eu queria ter escrito. Por causa desta propaganda sempre achei que os USA eram so casas lindas com gramados enormes na frente, crianças felizes entregando jornal e vendendo limonada, até começar a viajar para la e conhecer a realidade da vida norte-americana. o que me chamou a atenção no Crash foi que, apesar de ser violento, como em Layer Cake, não se ve sangue. bjs, cesar
Ah, não! Tem filme inteligente com casa bacana pessoal. Olha aí o preconceito. mais David Lynch impossible! E Blue Velvet é sensacional. Cronemberg canadense é do outro Crash e , aliás. esse Marcas da Maldade acabo de ver e recomendo vivamente. É muito inteligente e trata de violência , contém, sim, cenas de violência, mas sem maltratar a cinematografia. Me lembrei muito do Blue Velvet que acho mais violento que esse. Ah, e Scorseese, Altman, Spike Lee , Spielberg, Tarantino, etctec e o diretor de Hapiness que é brilhante, mas cujo nome não recordo. Me vieram à mente agorinha. E nossa, adorei Shirley Valentine. Tem tempo, esse filme, mas é bem simpático. bjs ianques Marcia L
Eu gosto de bom cinema, seja americano, europeu, asiático ou da Lua. Algumas obras primas do cinema (e algumas das piores porcarias também) foram filmadas nos USA. Os nomes aí em cima o confirmam.
15 comentários:
Mas por quê?
primeiro, Baronesa, estou com implicancia com as coisas dos USA, segundo estava achando os filmes americanos muito óbvios (ultimos foram Big Fish e Spanglish contra El Hijo de la Novia, The Dreamers, Love Actually e Shirley Valentine).
como não entendo de tecnica de cinema minha opinião é sobre o que me agrada tanto visualmente quanto como enredo.
bjs,
cesar
E esse, para mim, é o único critério válido. Em música, literatura, cinema, artes plásticas. Não me importa o que digam os técnicos, gosto do que me dá prazer ler, ver, ouvir.
Cesar! Vc vais àqueles foruns de Porto Alegre? rsrs .Antiamericanismo!?!! Sai dessa, meu irmão. Política buschiana à parte! Essse vai pro brejo daqui a pouco.Conheço uma renomada antropóloga que, em certa época, só assistia à produção nacional (filmes) e quebrava o maior pau quando alguém tentava chamá-la à razão. Naquela ocasião os filmes brasileiros eram, em sua maioria, péssimos e ela acabava perdendo boa cultura e bom entretenimento. Cinema é cinema, ora bolas! vai perder filmes do Woody Aleen, Copolla, Houston (o genial de "Os Imorais" (que horror, estou perdendo a memória...) e tantos outros gênios cujos nomes tb esqueci agora. A produção cinematigráfica americana é no mínimo respeitável pela quantidade de oferta e recursos, então, sem preconceitos.Se assim fosse, ñunca mais veria filmes iranianos, mas gosto deles; são artísticos e inteligentes. O que esses diretores tem a ver com a posição fanática e absurda do atual governo (aliás, lamentável)? Só pra citar um exemplo.
bjs, marcia L
Marcia,
lógico que sempre assisti filmes americanos, mesmo porque a oferta praticamente obriga qualquer um a faze-lo. Não sou xiita (se o fosse teria perdido Crash) mas na resposta à Sonia dei exemplos do que tenho assistido e do que me agradou ultimamente.
bjs,
cesar
Em pimeiro lugar, desculpem-me pelos tétricos erros de ortografia, mas meu teclado já é velhusco e a letra diminuiu e não sei como aumentá-la. Tava meio brincando, Cesar. Acho que vc me fez lembrar do episódio da professora, mais do que do seu. Exagerei, mas é que me espantou a frase.
bjs, Marcia L
Shirley Valentine e O filho da noiva são belas escolhas - os outros não vi, não posso opinar. O último que vi foi A casa vazia, não perca, tenho certeza de que vai gostar.
você sabe o nome original? o motivo é que meus filmes baixo da Internet e tem muito pouco em português.
bjs,
cesar
Não tenho a menor idéia, o filme é coreano. Quem sabe no Google você acha o nome em inglês?
São Google mandou dizer:
Ficha Técnica
Título Original: Bin-jip
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento (Coréia do Sul): 2004
Site Oficial: www.3ironmovie.com
Estúdio: Cineclick Asia / Kim Ki-Duk Films
Distribuição: Sony Pictures Classics / Imovision
Direção: Kim Ki-Duk
Roteiro: Kim Ki-Duk
Produção: Kim Ki-Duk
Música: Slvian
Fotografia: Jang Seong-Back
Desenho de Produção: Art Chungsol
Edição: Kim Ki-Duk
obrigado Baronesa, vou procurar.
bjs,
cesar
Hum, eu compartiho a sua implicância.
Não porque os filmes americanos sejam ruins, a resposta da Márcia cita vários interessantes, mas porque não aguento mais aquela lógica e aquela mania deles de falarem de si mesmos o tempo todo.
Se alguém me vier com um "sequestro da filha do candidato a presidente e os perigos disso para a manutenção do regime democrático norte americano", eu digo "que morra", sabe?
Estou cansada deles, de saber da vida deles, de tudo deles. Eu quero saber de outras linguagens, de outros problemas, de outras angústias, de outras alegrias, principalmente de outra forma de pensar, de construir os personagens. Hoje em dia acho os roteiros clássicos do David Mamet um grande saco! Sim, Casa Vazia é sutil, suave, lindo. Outra linguagem, outra forma de ver a vida. É isto que me interessa.
Crash sem dúvidas é um bom filme. Mas há de ser ressaltado que apesar de passado em Los Angeles, o Cronenberg é canadense.
Mas, mesmo o diretor sendo canadense, a mania americana gruda como se fosse uma praga. Como não podia deixar de ser, vc reparou que todos os personagens "mauzinhos" tem direito a uma redenção? De alguma forma mostram tb a "bondade de que são capazes".
Este mania de "He Man" - ao final, uma mensagem - dos filmes americados ofendem a minha inteligência.
você escreveu exatamente o que eu queria ter escrito.
Por causa desta propaganda sempre achei que os USA eram so casas lindas com gramados enormes na frente, crianças felizes entregando jornal e vendendo limonada, até começar a viajar para la e conhecer a realidade da vida norte-americana.
o que me chamou a atenção no Crash foi que, apesar de ser violento, como em Layer Cake, não se ve sangue.
bjs,
cesar
Ah, não! Tem filme inteligente com casa bacana pessoal. Olha aí o preconceito. mais David Lynch impossible! E Blue Velvet é sensacional. Cronemberg canadense é do outro Crash e , aliás. esse Marcas da Maldade acabo de ver e recomendo vivamente. É muito inteligente e trata de violência , contém, sim, cenas de violência, mas sem maltratar a cinematografia. Me lembrei muito do Blue Velvet que acho mais violento que esse. Ah, e Scorseese, Altman, Spike Lee , Spielberg, Tarantino, etctec e o diretor de Hapiness que é brilhante, mas cujo nome não recordo. Me vieram à mente agorinha. E nossa, adorei Shirley Valentine. Tem tempo, esse filme, mas é bem simpático.
bjs ianques
Marcia L
Eu gosto de bom cinema, seja americano, europeu, asiático ou da Lua. Algumas obras primas do cinema (e algumas das piores porcarias também) foram filmadas nos USA. Os nomes aí em cima o confirmam.
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